DISPUTA ALENCASTRO

Botelho prefere não escolher adversário e aposta em eleição com dois turnos em Cuiabá

Quanto qual seria a sua preferência sobre os candidatos, Botelho evitou falar

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Política

AL-MT

Mesmo com o entusiasmo da maioria de sua base política, principalmente, os parlamentares, sejam regionais e federais, que acreditam firmemente que o presidente da Assembleia Legislativa (AL-MT), deputado Eduardo Botelho (União), consiga sair vitorioso em seu projeto político para Cuiabá, na disputa do Palácio Alencastro nas próximas eleições, se elegendo ainda no 1º turno, Botelho prega cautela.

Mesmo que tal posicionamento positivo seja defendido pela maioria de seus aliados, como o senador Jayme Campos (União), o presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Eduardo Botelho (União), preferiu a cautela ao comentar as chances de vitória na disputa pela Prefeitura de Cuiabá,

ainda no primeiro turno. De acordo com o pré-candidato, ele trabalha com o cenário de dois turnos, como ocorre historicamente na capital.

Essa aposta de vitória ainda no primeiro turno foi feita por Jayme durante entrevista à Rádio Cultura, quando citou ter fé em Deus no sucesso do projeto eleitoral.
“Não estou trabalhando com essa hipótese. Trabalho com o cenário de dois turnos. O futuro à Deus pertence”, disse, em conversa com a imprensa, nesta semana.
Quanto qual seria a sua preferência sobre os candidatos, Botelho evitou falar qual dos adversários que surgiram até então seria mais fácil enfrentar numa disputa direta pelo Alencastro. Entre os nomes colocados como pré-candidatos, é alvo principal das críticas do deputado federal Abílio Júnior (PL), representante da extrema direita.
Além disso, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT), aparece entre os principais eventuais candidatos na preferência dos eleitores.
“Minha preferência é o que o povo escolher”, se resumiu o deputado.

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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