No domingo (12)
BOTELHO PARTICIPARÁ DA 40ª CORRIDA DE REIS
Segundo os organizadores, esta edição será especial, marcando a comemoração dos 40 anos da prova
Política
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), presidida pelo deputado Eduardo Botelho, reforça seu compromisso com o incentivo ao esporte ao marcar presença na 40ª edição da Corrida de Reis, neste domingo (12). De acordo com o presidente da ALMT, ele irá participar da abertura do evento.
Botelho, que busca motivar os servidores a adotarem hábitos saudáveis, destaca a tradição da ALMT como parceira da maior prova de rua do Centro-Oeste, mobilizando 250 servidores e oferecendo suporte completo aos atletas.
“Essa parceria reflete o compromisso da ALMT com o esporte e a saúde de todos os envolvidos. Somos parceiros da Corrida de Reis de longa data”, afirmou Botelho, que também revelou que uma de suas metas pessoais para este ano é praticar mais atividades físicas.
A instituição preparou tendas com frutas frescas, água gelada, isotônicos e atendimento fisioterapêutico por meio do programa QualiVida da ALMT, garantindo suporte completo aos participantes.
Incentivo
A largada é na Ponte Sérgio Motta, em Várzea Grande, e a chegada no Sesi Papa, em Cuiabá. Para atender os servidores do Parlamento, foi disponibilizado um ônibus da ALMT com saída às 6h, no domingo.
Percurso de 10 km
Os atletas partem da Ponte Sérgio Motta às 6h30 e enfrentam um trajeto de 10 km, passando pelas Avenidas Tancredo Neves, Parque do Barbado, Arquimedes Pereira Lima, Érico Preza, Manoel Pereira Cuiabano, Governador Dante Martins de Oliveira, Gonçalo Antunes de Barros e Oátomo Canavarros, com a chegada no Sesi Papa.
Segundo os organizadores, esta edição será especial, marcando a comemoração dos 40 anos da prova. O evento promete encerrar em grande estilo, com show nacional para celebrar o marco histórico.
Política
Gaeco investiga denúncia de que Tião da Zaeli teria financiado eleição de Wanderley em VG
O ex-vice-prefeito de Várzea Grande Tião da Zaeli é citado em uma denúncia encaminhada ao Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) como suposto financiador da eleição de Wanderley Cerqueira à presidência da Câmara Municipal. Segundo o relato, o apoio teria como objetivo garantir vantagens para três empresas com interesses no município. A suspeita integra o inquérito da Operação Cathedra Venalis, deflagrada na terça-feira (20), que apura possíveis crimes de corrupção, extorsão e compra de votos no Legislativo.
Conforme o Relatório de Informações nº 03/2026, o denunciante afirmou ter participado de uma reunião com o vereador Kleberton Feitoza em 2024, antes da posse da prefeita eleita Flávia Moretti (PL). Na ocasião, Kleberton teria mencionado a participação de Tião da Zaeli no financiamento da disputa pela Mesa Diretora, com a intenção de garantir a eleição de Wanderley e fortalecer a influência do grupo sobre decisões da administração municipal.
A denúncia cita três empresas que, segundo o relato, poderiam ser beneficiadas pela articulação: a WR Cerqueira Construtora Ltda., apontada pelo denunciante como pertencente a um filho de Wanderley; a União Transporte e Turismo Ltda., responsável pelo transporte coletivo de Várzea Grande; e a Construtora Nhambiquaras Ltda. A suspeita é de que o apoio à eleição do presidente da Câmara estaria relacionado à obtenção de vantagens junto ao Executivo municipal.
Denúncia menciona possível plano contra a prefeita
O relato encaminhado ao Gaeco também levanta a hipótese de que a articulação política teria como objetivo afastar Flávia Moretti do comando da Prefeitura. De acordo com o denunciante, o grupo buscaria controlar a Mesa Diretora para viabilizar a abertura de um processo político-administrativo que pudesse resultar na cassação da prefeita.
Nesse cenário, a intenção inicial seria permitir que Tião da Zaeli assumisse o Executivo municipal. Ainda conforme a denúncia, após a renúncia dele ao cargo de vice-prefeito, o suposto plano teria sido alterado, passando a considerar Wanderley como possível beneficiário da linha sucessória.
As informações fazem parte das hipóteses investigadas e não comprovam que tenha existido uma articulação efetiva para afastar a prefeita ou alterar o comando da administração municipal.
A Operação Cathedra Venalis também reúne relatos sobre supostos pagamentos mensais a parlamentares, ofertas de dinheiro em troca de votos e pressões políticas relacionadas à eleição da Mesa Diretora. Entre os alvos das diligências estão vereadores de Várzea Grande e os parlamentares de Cuiabá Ilde Taques e Alex Rodrigues.
O Gaeco busca esclarecer se houve financiamento ilícito da disputa e se interesses econômicos teriam influenciado a composição do comando do Legislativo municipal.
Até o momento, o relatório citado não comprova que Tião da Zaeli tenha financiado a eleição de Wanderley, que as empresas mencionadas tenham participado de irregularidades ou que tenha sido executado um plano para cassar Flávia Moretti. As informações têm como base o relato de um denunciante e dependem de confirmação por outras provas no decorrer da investigação.
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