Política
Bazar Solidário da Assembleia Social tem recorde de público
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A dona de casa Valdivina Piedade da Silva chegou às 8h na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), e logo que as portas do Teatro Zulmira Canavarros se abriram, lá estava ela para fazer compras no Bazar Solidário da Assembleia Social, que aconteceu nesta quarta-feira (4), promovido pela Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT. Este foi o 25º evento, entre bazares presenciais, brechós e vendas on-line promovido pela Assembleia Social. Na edição dessa quarta-feira, mais de 15 mil peças, entre roupas, calçados, acessórios, brinquedos e artigos de decoração, a preços entre R$ 2 e R$ 150, foram colocados à venda. Ao fim do dia, a arrecadação com as vendas superou R$ 120 mil.
“Eu vim do Residencial Coxipó, acordei às 5 horas da manhã, peguei três ônibus para estar aqui e comprar roupas para a família toda. Gostei muito dos preços e da qualidade das peças. É a primeira vez que venho, estou levando até brinquedo para meus netos”, declarou Valdivina.
Outra dona de casa que aproveitou para fazer compras para os filhos e o marido foi Matilde Dias de Moura. “Estou com a sacola cheia, quase nem consigo carregar, ainda bem que trouxe meu marido para me ajudar. Todas as roupas estão lindas, mas tem uma calça social que eu amei e já vou usar na primeira festa que eu for”, disse a moradora do bairro Paiaguás.
A superintendente Daniella Paula Oliveira destacou que essa edição foi um sucesso em todos os sentidos. “Ampliamos as parcerias e já nas primeiras horas do dia com portas abertas quase todo estoque foi esgotado. É bonito ver o pessoal da comunidade, da periferia, que não conseguiria comprar essa peça na loja, compra aqui por um valor simbólico”. Ela acrescentou ainda que “toda a renda arrecadada, tudo que for vendido, vai chegar de fato a quem mais precisa e é uma alegria. Todo esforço e cansaço valeram a pena, nosso coração está preenchido, só temos a agradecer”, concluiu.
Foto: LUIZ GERALDO MARCHETTI / ASSESSORIA DE GABINETE
A primeira-dama da ALMT, Sônia Meira Botelho, organizadora e madrinha dos bazares da Assembleia Social, buscou novas parcerias para 2023. Emocionada, ela falou da satisfação em poder auxiliar as entidades carentes de Cuiabá. “Além de ajudarmos as pessoas que estão aqui comprando a preços acessíveis, vamos auxiliar as obras sociais Seara de Luz, Associação Pestalozzi e Anjo Gabriel. Sou grata a todos que doaram com amor, peças de qualidade. Eu nunca recebi tanta roupa ainda com a etiqueta”, frisou.
O presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (União), enalteceu o trabalho da Assembleia Social, que aproxima a comunidade do Parlamento por meio das causas sociais. “A Assembleia é a casa do povo e tem que estar ao lado do povo. Nós estamos buscando ajudar a sociedade, é uma função da Assembleia Legislativa. Por meio desses eventos sociais, como o bazar e outras ações, estamos valorizando as pessoas, a cultura, levando alimentos por meio de parcerias e projetos, enfim, em prol de quem mais precisa”, justificou o parlamentar.
Instituições beneficiadas com a renda do Bazar Solidário da Assembleia Social.
Obras Sociais Seara de Luz – “A Seara de Luz realiza muitos projetos socais no bairro Liberdade. Com a doação desse bazar vamos atender cerca de 300 famílias na nossa instituição. Toda semana servimos sopão, entregamos cestas básicas a famílias cadastradas em nossos programas”, afirmou Wilson Ramos, representante da entidade.
Obras Sociais Anjo Gabriel – “Esse recurso, que iremos receber, vai suprir um pouco da necessidade material que temos. Vamos arrumar o telhado da entidade, forro e reformar a cozinha. Atendemos, em média, 380 famílias e quase 300 crianças em estado de vulnerabilidade”, agradeceu a Eunice Botelho, representante da instituição Anjo Gabriel.
Associação Pestalozzi de Cuiabá – “Sobrevivemos de doações de todos os setores da sociedade. É um desafio muito grande, são várias as nossas necessidades. Com os recursos recebidos vamos melhorar o atendimento de 170 alunos, entre jovens, adultos e idosos”, declarou Eunice Ramos representante da Pestalozzi.
Fonte: ALMT – MT
Política
Decisões monocráticas prejudicam trabalho da CPMI, diz Carlos Viana
As decisões monocráticas do Judiciário, muitas vezes tomadas à revelia da Constituição, geram insegurança, invasão de prerrogativas e atrapalham o trabalho da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apura fraude contra aposentados e pensionistas do INSS. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (11) pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), após audiência com o ministro relator da Operação Sem Desconto, André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na conversa com o ministro, Carlos Viana apresentou pontos que precisam ser esclarecidos em relação às investigações da comissão e defendeu a revisão de habeas corpus que permitem o não comparecimento de testemunhas ao colegiado.
— O ministro vai rever e, especialmente no caso de Daniel Vorcaro, encaminhará recurso para votação na turma colegiada. Para nós é uma questão de honra ele comparecer à CPMI. Se não houver revisão de habeas corpus e possibilidade de comparecimento, dificilmente ele terá de dar satisfações ou comparecer à comissão — afirmou.
Viana disse ainda a André Mendonça que a CPMI não tem qualquer responsabilidade em relação a vazamentos de informações, tendo em vista que o colegiado tem o papel institucional de resguardar esses dados.
O presidente da CPMI, no entanto, ressaltou que a audiência com o ministro do Supremo não avança para corrigir “o desequilíbrio entre os Poderes, na invasão de prerrogativas que o Congresso Nacional tem, mas que decisões monocráticas têm atrasado e inviabilizado o nosso trabalho”.
No encontro no STF, Carlos Viana também cobrou a presença de representantes do sistema financeiro na comissão.
— Eles não estão na CPMI como investigados, mas como testemunhas ou colaboradores para [a elaboração] de uma nova legislação que tenha regras para consignados — esclareceu.
A “blindagem do sistema financeiro pela base do governo” também foi apontada pelo relator da comissão mista, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que participou da audiência com André Mendonça.
— Trabalho para entregar um relatório robusto, mas que contém vários tópicos que necessitam de provas concretas. Nossa preocupação é a blindagem do sistema financeiro, muito por decisões judiciais, e estamos impedidos de avançar nesse tema. Precisamos impor restrições ao que temos encontrado. Ou o Brasil muda esse jogo e respeita a população ou esse desvio em cima de aposentados e pensionistas continuará acontecendo — disse o relator.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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