"Lei Seca"

Treze motoristas são presos por embriaguez ao volante durante operação em Cuiabá e Várzea Grande

Conforme relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram abordados, no total, 147 veículos e aplicados 156 testes de alcoolemia em condutores e passageiros habilitados

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Treze pessoas foram presas por embriaguez ao volante durante as edições 111ª e 112ª da Operação da Lei Seca, realizadas na sexta-feira 09.12) e neste domingo (11.12), em Cuiabá. As abordagens da primeira ação foram em Várzea Grande, na Avenida da FEB, bairro da Manga, enquanto a segunda operação foi em Cuiabá, na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), no Bairro Dom Aquino.

Conforme relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram abordados, no total, 147 veículos e aplicados 156 testes de alcoolemia em condutores e passageiros habilitados. Ao final, os agentes autuaram 71 veículos e removeram 65 deles, sendo 54 carros e 11 motocicletas, por irregularidades conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Os testes de alcoolemia geraram 117 Atos de Infração de Trânsito (AIT), referentes a 23 motoristas flagrados conduzindo veículos sob efeito de álcool, 18 registros de pessoas conduzindo sem possuir CNH, 40 veículos sem registros ou não licenciados, 10 pessoas que se recusaram a passar pelo teste de alcoolemia e 26 ocorrências diversas.

A partir das irregularidades, foram recolhidos 17 documentos, dentre eles 16 Carteira Nacional de Habilitação (CNH).   

A operação Lei Seca é uma ação integrada realizada pelo GGI, vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), em parceria com o Departamento de Trânsito (Detran-MT), Batalhão de Trânsito da PM, Delegacia de Delitos de Trânsito, Corpo de Bombeiros, polícia penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria Municipal de Trânsito e Mobilidade Urbana (Semob), em Cuiabá e a Guarda Municipal em Várzea Grande.

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Emenda de Lúdio é aprovada e vai garantir R$ 1,5 bilhão para casas populares em MT

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Nesta quarta-feira (28), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em primeira votação, uma emenda articulada pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT) com lideranças partidárias para vincular o investimento de R$ 1,5 bilhão em habitação de interesse social a um empréstimo nesse mesmo valor a ser contraído pelo Governo do Estado. A emenda alterou o projeto de lei nº 795/2026, de autoria do Poder Executivo.

“No discurso, o governador disse que esses recursos seriam para habitação, mas não é, o empréstimo é para obras de infraestrutura. Eu fiz uma emenda que, felizmente, foi acatada: já que a linha de financiamento é para infraestrutura e para saneamento e não é para habitação, a emenda deixa muito claro que o Estado aplicará em ações e programas de habitação de interesse social, portanto moradia para a população mais vulnerável, recursos do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) em montante equivalente ao valor da operação de crédito”, disse Lúdio.

O projeto foi enviado em junho pelo governador. O texto prevê uma operação de crédito de R$ 1,5 bilhão com a Caixa Econômica Federal por meio da linha Financiamento à Infraestrutura e Saneamento (Finisa). Lúdio pontuou que o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 prevê esses recursos na Nova Rota do Oeste, uma empresa controlada pelo Governo de Mato Grosso e que opera a concessão da BR-163 de Itiquira até Sinop.

A emenda diz que “o Estado aplicará, em ações e programas de habitação de interesse social, recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação – Fethab em montante equivalente ao valor da operação de crédito autorizada por esta Lei, na mesma programação financeira da operação de crédito”.

Empréstimo caro – Lúdio criticou as condições do empréstimo com a Caixa previstos no PL nº 795/2026, com carência de apenas 12 meses, prazo para pagamento em 10 anos e, em especial, a taxa de juros do CDI mais 0,9%, o que daria juros de 13,75% ao ano, o que corresponde à taxa básica de juros, a Selic.

“A taxa de juros da Selic para investimentos públicos costuma ser usada por municípios e Estados que estejam em dificuldade financeira. Não há sentido para Mato Grosso buscar esse tipo de empréstimo com essa taxa, que hoje está em 13,75%. Normalmente, a taxa é de no máximo 6%, com uma carência longa e aqui é uma carência curta, de apenas 12 meses, e o prazo para pagar é de 10 anos, quando geralmente os prazos são de até 30 anos para pagar”, explicou Lúdio.

O deputado ponderou que votou favorável ao projeto após a inclusão de sua emenda, já que está garantida a aplicação de R$ 1,5 bilhão para casas populares.

“Vou votar favorável, porque o discurso é de que é para habitação, a emenda que nós aprovamos aqui será para habitação de interesse social para a população mais vulnerável, que não recebeu uma moradia sequer do Estado nesses últimos oito anos. Vamos fiscalizar isso e eu espero que até a segunda e última votação a gente mantenha a emenda que nós aprovamos e eu espero que, na LOA, a gente assegure esse recurso para habitação de interesse social, porque lá na Nova Rota do Oeste não é para isso”, finalizou.

Fonte: ALMT – MT



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