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Três dos 14 presos que fugiram foram recapturados

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Foto: Agência de Notícias

Nesta segunda-feira (10) três dos 14 presos que fugiram da Penitenciária Major PM Zuzi Alves da Silva, em Água Boa (a cerca de 628 Km de Cuiabá), foram recapturados na região de Canarana. De acordo com a Polícia Militar, a prisão ocorreu após denúncia de moradores.

No ultim no domingo 99) os presos também teriam invadido propriedades em Serra Nova Dourada. Os policiais foram até a região e procuravam os fugitivos desde a noite, até que localizaram três presos pela manhã.

Policiais militares e penais participam da operação e encaminharam os presos até a delegacia da Polícia Civil em Água Boa.
São os primeiros presos localizados após a fuga ocorrida há uma semana.
 
A fuga

Na noite do dia 3 deste mês, 14 presos de alta periculosidade da Penitenciária Regional Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa, são apuradas pela Polícia Civil. 

Foi encontrado um túnel escavado, de aproximadamente 30 metros, que saiu da cela 1, localizada na Ala 1 do Raio Azul, destinado a criminosos de alta periculosidade.

O túnel no piso, tem entre 20 e 30 centímetros de espessura, foi cavado pelos presos, eles usaram instrumentos artesanais feitos com materiais das grades e das paredes das celas.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) divulgou a lista com o nome dos 14 presos que fugiram da penitenciária.

Foram identificados como: Amarildo Roberto da Silva Junior, Cleverson Alves da Silva, Edinei Abrão Rodrigues, Euziques Matos da Silva Neto, Gederlan da Silva Souza, Helio

Candido Fernandes, Joab da Silva Pontes, Leonardo Gabriel dos Santos, Luan Carlos Valentim de Souza, Maykon José Cohgi, Robson Ferreira de Souza, Thiago Ferreira de Araújo, Thiago Vinicius Barbosa da Silva e Weste Junio Nunes Gama.Imagens divulgadas mostram o tamanho do túnel e sacos de areia armazenados em uma das celas da penitenciária.

A penitenciária abriga cerca de 600 presos, muitos deles considerados perigosos e integrantes de facções criminosas no estado. A unidade fica a 25 km do município de Água Boa. 

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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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