Em Cuiabá
SUSPEITO COM 9 PASSAGENS CRIMINAIS É PRESO PELO GAP POR TRÁFICO DE DROGAS
A equipe da polícia foi acionada por meio de denúncia anônima
Polícia
Na noite da última quarta-feira (09) a equipe do GAP prendeu um suspeito por tráfico de drogas na região do bairro Altos da Serra em Cuiabá, ao chegar no local os policiais se deparou com o indivíduo que ao perceber a presença da GU se afastou de forma rápida e indo em direção a um comércio.
Logo em seguida a equipe policial realizou a abordagem momento em que foi encontrado com o suspeito duas pedras de pasta base e duas porções de cocaína, como também R$ 93 em diversas cédulas trocadas. No mesmo local onde o suspeito estava foi encontrado também 13 porções de maconha dentro de uma pilha de pneus dentro de sacolas.
Ao suspeitar de que o local se tratava de um possível comércio de drogas, foi feito a checagem onde foi constatado de que o suspeito já havia 9 passagens criminais entre elas tráfico de drogas, roubo entre outras.
Diante dos fatos apresentados o suspeito foi encaminhado para a central de flagrantes onde será tomada a providencias cabíveis do fato.
Polícia
Bruno Rios registra boletim contra Wanderley e afirma que não responderá por atos do presidente
O vereador Bruno Rios (PL) registrou um boletim de ocorrência contra o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), após relatar ter sido ameaçado durante uma sessão legislativa na terça-feira (20). O episódio ocorreu poucas horas depois da deflagração da Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção e compra de votos relacionadas à eleição da Mesa Diretora.
Em entrevista concedida nesta quarta-feira (21), Bruno afirmou que Wanderley deu um tapa em seu ombro esquerdo e disse que ele iria “pagar”. O vereador declarou que não aceita ser responsabilizado pelas investigações que atingem o presidente do Legislativo.
“Ele me falando: ‘Você vai me pagar, meu filho’. Naquele momento, eu simplesmente indaguei: ‘Pagar o quê? O que eu estou te devendo?’. Não estou te devendo nada. Não adianta o senhor querer procurar em mim culpado pelos seus atos”, relatou.
Bruno afirmou que pretende encaminhar o registro policial aos responsáveis pela investigação. Segundo ele, a abordagem ocorreu em meio à repercussão da operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que colocou Wanderley entre os alvos.
“Eu respondo pelos meus atos e não pelos seus atos. Eu acredito que tudo que está acontecendo foi em decorrência dos atos dele e do grupo dele, pelo formato de fazer aquela política”, declarou.
Durante a entrevista, Bruno também negou ter sido responsável pela denúncia que deu origem à investigação do Gaeco. Ele explicou que sua atuação contra Wanderley ocorreu por meio de medidas judiciais relacionadas à eleição da Mesa Diretora.
“Eu sou autor da ação no STF e dos mandados de segurança. Desses eu sou autor”, afirmou.
O parlamentar disse ainda que não teve acesso integral ao inquérito e que busca consultar os documentos para compreender os elementos reunidos pelos investigadores.
A Operação Cathedra Venalis apura suspeitas de compra de votos, corrupção e possível atuação de uma organização criminosa na disputa pelo comando da Câmara de Várzea Grande. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão contra vereadores do município e também alcançou parlamentares de Cuiabá.
Disputa pela Mesa Diretora continua
Além do boletim de ocorrência, Bruno voltou a cobrar a convocação de uma nova eleição para a Mesa Diretora. A votação realizada em maio, que terminou com a vitória de Wanderley por 12 votos a 11, foi anulada posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O vereador sustenta que o presidente precisa convocar um novo pleito e afirma que o grupo liderado por Lucas do Chapéu do Sol (PL) mantém a candidatura para a disputa.
“A eleição está nula e ele tem que convocar a nova eleição”, declarou.
Bruno também criticou a articulação política que antecedeu a votação de maio e questionou a realização de uma reunião de vereadores em uma chácara antes do pleito. Segundo ele, o grupo de Wanderley teria alimentado a expectativa de que a prefeita Flávia Moretti (PL) seria cassada pela Justiça Eleitoral e que integrantes do grupo poderiam ocupar cargos na administração municipal. Essas afirmações representam a versão do vereador e não devem ser confundidas com fatos comprovados pela investigação.
O boletim de ocorrência formaliza a denúncia de Bruno sobre a suposta ameaça. A apuração do episódio e das suspeitas relacionadas à eleição da Mesa Diretora cabe às autoridades competentes.
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