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Rotam e Gefron apreendem 117 quilos de entorpecentes e recuperam carro furtado em Várzea Grande

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Equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) da Polícia Militar e do Grupo Especial de Fronteira apreenderam 117 quilos de substâncias análogas a maconha, na tarde desta segunda-feira (26.1), em Várzea Grande. Parte das drogas estava sendo transportada em um carro furtado, que foi recuperado. Um casal foi preso em flagrante.

A ação foi desencadeada durante a Operação Protetor das Fronteiras e Divisas. Os policiais da Rotam foram acionados pelo Gefron para interceptarem um veículo Ônix branco, que estava transitando em Várzea Grande, e que possuía características de um carro com queixa de furto, registrado em novembro de 2025, na cidade.

A Rotam iniciou diligências e localizou o carro, ocupado por duas pessoas, na região central de VG. Os policiais fizeram abordagem ao Ônix e constataram que se tratava do carro furtado. Além disso, não encontraram nada de ilícito com os suspeitos.

Durante a vistoria ao carro, os militares identificaram forte odor, característico de droga. O suspeito revelou que estava transportando entorpecentes no automóvel. Os policiais localizaram 95 tabletes de maconha no porta-malas.

Questionado sobre as drogas, o suspeito não revelou a origem mas informou aos policiais que havia mais entorpecentes guardados em sua residência. A equipe da Rotam se deslocou ao endereço do casal e encontrou mais 22 tabletes de maconha.

Ao todo, foram apreendidos 109 tabletes de supermaconha skank e oito tabletes de maconha, totalizando 117 quilos de entorpecentes retirados de circulação.

Os suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos até a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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