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Polícias Civil e Militar prendem homem que comercializava drogas próximo à feira em Canarana

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Uma ação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Militar resultou na prisão em flagrante de um homem, de 22 anos, e na apreensão de quatro quilos de entorpecentes, na manhã desta quarta-feira (11.03), em Canarana.

A ocorrência teve início após denúncias de que um homem estaria comercializando drogas próximo à feira municipal da cidade.

As equipes iniciaram as buscas, localizaram o suspeito e o abordaram. Com ele, foram encontradas porções de maconha já fracionadas e prontas para comercialização, além de outros materiais relacionados à atividade ilícita.

Ele foi conduzido para a delegacia e, após a formalização do flagrante, novas informações levantadas pelos investigadores indicaram o possível endereço utilizado pelo suspeito em Canarana.

Com a informação e a chave que estava com o suspeito, as equipes das Polícias Civil e Militar foram até o imóvel indicado. No local, foi encontrada uma mochila com aproximadamente quatro quilos de maconha.

“A quantidade significativa de entorpecentes apreendida representa um importante prejuízo à atividade do tráfico de drogas na região. Ações como esta demonstram a importância da atuação integrada entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, cuja cooperação tem sido fundamental para o enfrentamento à criminalidade”, afirmou o delegado Diogo Jobane, que conduziu as investigações.

As investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar e responsabilizar outras pessoas possivelmente envolvidas na atividade criminosa.

Informações sobre atividades suspeitas, tráfico de drogas ou outros crimes podem ser repassadas diretamente à Delegacia de Canarana por meio do telefone (66) 98156-0014, que funciona como canal de comunicação para denúncias e envio de informações. O sigilo do denunciante é garantido e toda informação recebida é analisada pela equipe de investigadores, podendo contribuir de forma decisiva para a identificação de autores e para a prevenção de novos crimes.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Wanderley classifica operação do Gaeco como “muito estranha” e nega apreensão em escritório

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), classificou como “muito estranha” a operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) para investigar suspeitas de corrupção na eleição da Mesa Diretora do Legislativo municipal. A declaração foi feita na manhã desta terça-feira (20), quando ele chegou à sede da Câmara.

Ao conversar com jornalistas, Wanderley afirmou desconhecer os detalhes da investigação e negou que tenha ocorrido uma operação em sua residência. Ele também declarou que nada foi apreendido em seu escritório.

“Não teve operação na minha casa. Eu desconheço essa operação e acho muito estranho. Com mais de 30 denúncias [contra] a prefeita. Não me inteirei dos fatos, mas acho muito estranha essa operação. No meu escritório não apreendeu nada”, disse o presidente.

Durante a fala, o parlamentar mencionou a existência de mais de 30 denúncias contra a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL).

Investigação apura eleição da Mesa Diretora

A operação do Gaeco busca apurar possíveis irregularidades na disputa pela Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, realizada em maio. A investigação envolve suspeitas de compra de votos e outras possíveis práticas ilícitas relacionadas à eleição que escolheu Wanderley Cerqueira para a presidência no biênio 2027/2028.

A ação também alcança outros parlamentares e pessoas ligadas ao Legislativo. As diligências incluem mandados de busca e apreensão em municípios mato-grossenses, com o objetivo de reunir elementos para esclarecer os fatos investigados.

A manifestação de Wanderley ocorre em meio à repercussão da operação e à disputa política em torno do comando da Câmara. O presidente, no entanto, afirmou que ainda não havia se inteirado dos detalhes da investigação.

As suspeitas são objeto de apuração pelas autoridades competentes e não representam, por si só, comprovação de prática criminosa por parte dos investigados.



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