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Polícia Militar realiza entrega de homenagens e promove palestra de saúde mental

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do 3º Batalhão, realizou, na manhã desta terça-feira (24.2), a entrega de quatorze certificados de Honra ao Mérito para policiais militares que atuaram de forma rápida em duas ações de policiamento tático e ostensivo no combate à criminalidade, em Cuiabá.

No dia 11 de fevereiro, policiais militares do 3º e 24º Batalhão conduziram cinco homens e um adolescente à delegacia, suspeitos de tentativa de roubo, sequestro e cárcere privado contra uma família, no bairro Santa Cruz II. Com eles, foram recolhidos dois revólveres e 12 munições. As equipes ainda recuperaram R$ 7.684 em espécie.

Já no dia 16, a PMMT localizou e identificou um suspeito de feminicídio no bairro Liberdade, em Cuiabá. Após o crime, as equipes receberam informações de que ele foi até a residência da filha, com a intenção de cometer uma nova ação criminosa. Ao ser localizado, durante uma tentativa de abordagem, o suspeito morreu em confronto com um militar da Rotam. Com ele, foi apreendido um revólver calibre .38 e munições.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, destacou que a ação ágil das equipes foi fundamental para garantir a integridade das vítimas e restabelecer a ordem pública.

“A resposta imediata da corporação demonstra o comprometimento com a segurança e o enfrentamento firme à criminalidade. Nossos policiais agiram com técnica, estratégia e rapidez, evitando que a situação tivesse consequências ainda mais graves. Esse resultado reforça a importância do policiamento ostensivo e da pronta resposta às ocorrências. Esta é apenas uma homenagem para demonstrar nosso total respeito e admiração aos policiais.”

Na solenidade desta terça, houve ainda uma palestra com o pastor Douglas Mariano Faria de Souza, representante do programa Universal nas Forças Policiais (UFP) de Mato Grosso, com o tema “Emoção versus razão: o que influencia na vida de uma pessoa?”. O grupo atua oferecendo assistência espiritual, social e valorização humana a integrantes das forças de segurança, Forças Armadas e seus familiares.

Fonte: PM MT – MT



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Justiça derruba propaganda de Taques por associar Mauro Mendes a crime no caso Oi

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso determinou a suspensão imediata de uma propaganda eleitoral do advogado Pedro Taques que associava o candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) a criminosos e afirmava que ele teria “panhado” recursos relacionados ao chamado caso Oi.

A decisão foi tomada pelo juiz auxiliar da propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Flávio Fraga e Silva, que entendeu que a peça ultrapassou os limites da crítica política e atribuiu a Mauro uma prática criminosa sem que exista condenação judicial nesse sentido.

Na propaganda, Taques citava pessoas que afirmou ter prendido durante sua trajetória profissional e, em seguida, incluía Mauro na mesma narrativa ao dizer que ele também teria “panhado” recursos do caso Oi.

Ao analisar o conteúdo, o magistrado considerou que a construção da propaganda transformava uma investigação em fato consumado e apresentava o candidato como criminoso.

“Apresenta-se o ‘caso da Oi’ como item subsequente do mesmo rol, enquanto o desfecho da frase converte o que era investigação em fato consumado e quem era investigado em criminoso”, afirmou o juiz na decisão.

O magistrado também destacou que não é a primeira vez que acusações semelhantes envolvendo Mauro Mendes e o caso Oi chegam à Justiça Eleitoral. Segundo a decisão, o TRE-MT já havia considerado ilícitas outras imputações relacionadas a roubo e corrupção, além de determinar anteriormente a retirada de conteúdos com acusações semelhantes.

Para o juiz, Taques apenas alterou a forma de apresentar uma acusação que já havia sido barrada judicialmente.

“Ao afirmar que o requerente ‘panhou, sim’ os recursos do ‘caso da Oi’, evidencia-se a reprodução, com a mera substituição do verbo por seu equivalente coloquial, de imputação categórica cuja veiculação foi vedada mais de uma vez”, registra a decisão.

A tentativa de transformar a acusação em uma pergunta, “Ele panhou ou não panhou?”, também não foi suficiente para afastar o entendimento da Justiça. O magistrado considerou que a frase funcionava apenas como um reforço retórico da acusação.

Com a liminar, Pedro Taques fica proibido de reapresentar a propaganda, integral ou parcialmente, e também de divulgar novas peças que reproduzam a afirmação de que Mauro teria recebido recursos do caso Oi ou que o apresentem como autor de crime sem reconhecimento por decisão judicial condenatória.



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