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Polícia Militar oficializa coronel Grasielle Paes como nova Subchefe de Estado-Maior Geral da instituição

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A Polícia Militar de Mato Grosso oficializou, na manhã desta quinta-feira (9.4), a passagem de comando da Subchefia de Estado-Maior Geral da instituição. A terceira maior função da corporação passa a ser comandada pela coronel Grasielle Paes, que substitui o coronel Anderson Luiz do Prado.

Ao assumir como subchefe de Estado-Maior, a coronel deixa a função de comandante do 4º Comando Regional, em Rondonópolis. Grasielle também já foi secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), subchefe do Gabinete Militar do Estado de Mato Grosso e comandante da Escola Superior de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Esfap-PMMT), do 9º Batalhão e do Batalhão de Trânsito.

O coronel Anderson Luiz do Prado, que deixa a função, se despediu da corporação enaltecendo os resultados alcançados no combate à criminalidade e desejando boas-vindas à nova comandante.

“Agradeço pela missão gratificante de contribuir para a Polícia Militar do meu Estado. Nesses meses à frente da função, direcionamos nosso trabalho para o aumento da operacionalidade, ampliando as missões institucionais e o combate ao crime, trazendo como resultados a queda de índices criminais e o aumento de apreensões de drogas e armas, unificando os Comandos Regionais do Estado. Desejo todo o sucesso à coronel Grasielle e sei que ela vai continuar esse grande trabalho dentro da nossa gloriosa PM”, afirmou.

O secretário-adjunto de Integração Operacional de Segurança Pública, coronel Fernando Augustinho Oliveira Galindo, também desejou boas-vindas à nova comandante e reforçou a parceria institucional com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

“É um momento muito importante para a Polícia Militar, pois é uma passagem de comando de uma função estratégica operacional. Saiba a nova comandante que a Secretaria de Segurança Pública continuará a apoiar, fornecendo todos os recursos necessários para mantermos um trabalho integrado, com operações e fortalecimento da ordem pública em todo o Estado”, pontuou.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, também destacou o trabalho realizado pelo coronel Luiz Prado e afirmou que a nova comandante dará continuidade ao trabalho de Tolerância Zero ao crime.

“Nesses meses com o coronel Luiz Prado, vimos um fortalecimento das ações operacionais e sabemos que a coronel Grasielle vai trabalhar ainda mais para o aumento da integração dos nossos batalhões e da nossa ostensividade. Hoje, temos uma Polícia Militar muito eficaz, moderna e com equipamentos para enfrentar qualquer tipo de crime. Continuaremos dando tolerância zero à criminalidade e às facções criminosas e dando resposta à nossa sociedade, entregando segurança de qualidade a todos os cidadãos de bem”, finalizou.

Fonte: PM MT – MT



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Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira

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O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.

A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.

Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.

E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.

Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Foto: Helder Faria

Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.

Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.

Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.

Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.

Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia

Fonte: ALMT – MT



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