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PM EXECUTADO EM PEDRA PRETA JÁ ESTEVE EM AÇÃO QUE RESULTOU EM MORTE DE TRAFICANTE

já esteve em uma abordagem policial que resultou na morte de um homem apontado como traficante.

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ATUALIZADA às 10h53 – O sargento da Polícia Militar Djalma Aparecido da Silva, 47, que foi friamente executado a tiros, na tarde desta terça-feira (22), em plena Praça Pública em Pedra Preta, à luz do dia, já esteve em uma abordagem policial que resultou na morte de um homem apontado como traficante. O caso aconteceu em Alto Garças, no dia 29 de junho de 2023.
Policial Djalma foi executado no dia em que estava de folga. Ele caminhava em frente à Arena de Esportes da cidade quando foi surpreendido por criminosos um Renault Sandero. Um deles desceu do carro e abriu fogo contra o PM, que não resistiu e morreu na hora.
Ocorrência em junho de 2023
Conforme o boletim de ocorrência registrado em junho passado, uma equipe da PM, com Djalma e o sargento Deivid Pereira da Silva, fazia rondas em Alto Garças. Por volta das 15h40, eles avistaram um homem negro magro em atitude suspeita, entregando um objeto prata que se assemelhava a uma arma, a um homem ao lado de um veículo.
Os policiais abordaram a dupla. O homem negro fugiu do local, diz o B.O. Vanderlei Rosa de Araújo, 44 anos à época, permaneceu. Contudo, ele resistiu à abordagem e desobedeceu às ordens da PM, diz o boletim.
“Ao ser informado que faríamos uma busca pessoal e veicular (que se encontrava com a porta aberta) o senhor vanderlei disse que ninguém iria revistar o carro e continuava a desobedecer a ordem legal, se abaixando (curvou o corpo) e pegando algo dentro do carro, voltando a posição de pé”, narra trecho do boletim.
Nesse momento David gritou para o colega: “Ele está armado”. Os policiais então ordenaram que Vanderlei soltasse a arma, mas ele recusou e começou a levantar o objeto em direção à guarnição e disse:  “preso eu não vou!”
Segundo a ocorrência, “diante do perigo iminente, os policiais efetuaram um disparo de arma de fogo para conter a injusta agressão”.
Vanderlei logo após ser atingido e caiu no chão. Os policiais prestaram socorro à vítima, que foi encaminhada ao Pronto-Atendimento do município. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
O carro de Vanderlei foi revistado no hospital e foram encontrados dois simulacros de arma de fogo. A ocorrência foi registrada como morte por intervenção de agente do Estado. A polícia apreendeu a pistola que pertencia a Djalma.
Na época do corrido, o caso ficou sob investigação da Polícia Civil.
Assassinato de Djalma
Segundo informações do laudo preliminar, ele foi atingido por cerca de 10 disparos. Após o crime, o suspeito fugiu em um Renault Sandero prata. O veículo foi abandonado logo à frente após o criminoso tentar colocar fogo. A polícia investiga a motivação do crime.

Reação
Comandante geral da Polícia Militar de Mato Grosso, Coronel Alexandre Mendes,  determinou a atuação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do batalhão de  Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) nas buscas por criminosos. Ele afirmou também que agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE) auxiliam na operação. Nenhum crime foi preso até o momento.

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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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