Polícia
PM e Polícia Civil impedem invasão a fazenda no interior de Mato Grosso
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Uma ação conjunta entre a Polícia Militar e a Polícia Civil impediu a ocupação ilegal de uma fazenda localizada no Distrito de Itaquerê, no município de Novo São Joaquim (485 km de Cuiabá), nesta segunda-feira (02.10). Um homem suspeito de liderar a invasão foi preso em flagrante.
A invasão foi denunciada pelo proprietário da fazenda em boletim de ocorrência, e, em menos de 24 horas, as equipes se mobilizaram para impedir a ação criminosa. Foram direcionadas ao local equipes da Polícia Militar, do Batalhão da Força Tática, e da Polícia Civil.
Na propriedade, os policiais confirmaram a ocupação e identificaram a presença de homens trabalhando em uma máquina agrícola, a mando do líder do grupo. Logo que viram a chegada da força-tarefa, os homens fugiram para o alojamento de outra fazenda, que seria responsável pela invasão.![]()
Questionado pelos policiais, o suposto líder alegou ser dono da propriedade e apresentou um contrato de compra e venda registrado em 2008. Como não havia decisão judicial confirmando a posse, identificou-se uma ação de esbulho possessório. Já a vítima, por outro lado, mostrou uma decisão judicial de 2020 que confirmava o direito à posse.
Todos envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia de Novo São Joaquim. O invasor irá responder por esbulho possessório, crime configurado pela ação de tomar posse de um bem de forma ilegal, ou seja, sem o devido direito ou autorização. Na fazenda do suspeito, os policiais identificaram uma área desmatada. Agora, a polícia irá investigar se havia licença de órgão ambiental para autorizar a ação.
Fonte: PM MT – MT
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Polícia Civil rastreia dinheiro da morte de advogado e comprova pagamento de R$ 215 mil pelo crime
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), avançou nas investigações sobre o homicídio do advogado Renato Nery, conseguindo identificar e prender os mandantes, intermediários e executores do crime, ocorrido em 5 de julho de 2024, em Cuiabá.
Durante a investigação, a Polícia Civil representou pela quebra de sigilo bancário, medida autorizada pelo Poder Judiciário, que permitiu rastrear o fluxo financeiro utilizado para o pagamento da execução.
As análises demonstraram que a investigada apontada como mandante do crime, realizou, no dia 4 de março de 2024, transferências que totalizam aproximadamente R$ 200 mil reais, valores que passaram inicialmente por contas de terceiros, em uma sequência de movimentações financeiras utilizadas para ocultar a origem e o destino final do dinheiro.
Na análise, também foi identificado que um outro investigado evitou receber diretamente os valores em sua conta, determinando que os recursos fossem movimentados por intermediários. Parte desse montante foi utilizada, no dia 5 de março de 2024, para a aquisição de um veículo Mercedes-Benz, no valor aproximado de R$ 115.000,00, registrado em nome de terceiro.
Ainda no mesmo dia, R$ 40 mil foram transferidos à mãe desse investigado, enquanto o restante do dinheiro foi, posteriormente, encaminhado à própria conta, em 06 de março de 2024.
Além dessas movimentações, foi identificado que no dia 8 de março a primeira investigada citada realizou um pagamento direto a esse segundo investigado citado, no valor de R$ 15 mil reais, totalizando aproximadamente R$ 215 mil reais movimentados em razão do crime.
Essas movimentações financeiras identificadas coincidem com os depoimentos prestados pelos envolvidos, que afirmaram que o valor ajustado para a execução do homicídio seria de aproximadamente R$ 200 mil reais.
Além do rastreamento financeiro, no dia 12 de março de 2024, um dos investigados prestou depoimento, confirmando toda a dinâmica do pagamento pelo crime, corroborando os elementos já demonstrados pela análise bancária.
A investigação identificou que o segundo investigado citado adotou mecanismos para ocultar a origem ilícita dos valores, utilizando de intermediários e movimentações financeiras fracionadas, caracterizando, em tese, a prática do crime de lavagem de dinheiro, pelo qual também deverá responder.
Diante do conjunto probatório reunido, especialmente o rastreamento do fluxo financeiro, os depoimentos colhidos e as demais diligências investigativas, a Polícia Civil concluiu que se trata de crime de mando, caracterizado pelo pagamento para a prática de homicídio qualificado.
O crime
Renato Nery morreu aos 72 anos, atingido por disparos de arma de fogo, no dia 5 de julho de 2024, na frente de seu escritório, na Capital.
A vítima foi socorrida e submetida a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas morreu horas depois do procedimento médico.
Desde a ocorrência, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do advogado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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