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Operações Tolerância Zero e Metrópole Segura reforçam policiamento na Região Metropolitana

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A Polícia Militar de Mato Grosso lançou, na noite desta quinta-feira (9.4), novas edições das Operações Tolerância Zero e Metrópole Segura, em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). As ações buscam intensificar o policiamento ostensivo nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

As operações contam com reforço de efetivo para o trabalho ostensivo repressivo, com rondas, barreiras policiais e abordagens de suspeitos. O tenente-coronel Bruno Marcel Tocantins, comandante do 10º Batalhão, área onde a operação foi lançada, explicou que o método de trabalho dos militares ocorre após estudos estratégicos.

“A operação é orientada por análise técnica e emprego racional dos recursos, com base no policiamento, direcionando esforços para as causas e dinâmicas de enfrentamento ao crime, por meio de mapas de calor, possibilitando uma atuação focalizada e eficiente, ajustada à realidade policial”, enfatizou.

A subchefe do Estado-Maior Geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Grasielle Paes, também destacou que as operações buscam o combate a todas as modalidades de crime, principalmente a repressão às facções criminosas e a defesa de mulheres vítimas de violência.

“Essa operação marca a continuidade de um trabalho e uma nova visão de integração real do plano operacional, entregando para a população um serviço qualificado. A nossa missão é seguir com a tolerância zero para todos os tipos de crime, desde o combate às facções criminosas, mas também às outras modalidades delituosas, principalmente os crimes em contexto de violência doméstica”, pontuou.

A coronel Grasielle também enfatizou a importância da Polícia Militar para a defesa do cidadão mato-grossense.

“A Polícia Militar é uma instituição que está presente em todos os municípios e muitos distritos e, com certeza, é o nosso trabalho que salva a vida de milhares de mato-grossenses todos os dias. Que Deus continue abençoando a vida e o trabalho de todos nós, que saímos todos os dias de casa para servir e proteger a sociedade do nosso Estado, entregando um melhor policiamento para Mato Grosso”, finalizou.

As ações contam com o apoio da Cavalaria, da Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), das Forças Táticas do 1º e 2º Comandos Regionais e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Fonte: PM MT – MT



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Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira

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O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.

A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.

Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.

E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.

Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Foto: Helder Faria

Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.

Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.

Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.

Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.

Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia

Fonte: ALMT – MT



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