Polícia
Homem condenado pela Justiça é preso pela Polícia Civil em Matupá
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Um homem condenado pela Justiça foi preso pela Polícia Civil, na tarde de quinta-feira (28.5), no município de Matupá, em ação para cumprimento de mandado judicial.
O procurado, de 28 anos, estava com a ordem de prisão definitiva decretada decorrente de condenação transitada em julgado, e foi preso pela equipe de investigação da Delegacia de Peixoto de Azevedo.
Durante diligências os investigadores localizaram o foragido na residência de sua genitora, no bairro Cidade Alta, na cidade de Matupá.
Na abordagem policial, o homem entregou espontaneamente a tornozeleira eletrônica a qual se encontrava rompida e foi encaminhado à Delegacia de Peixoto de Azevedo.
Após as providências cabíveis o preso foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Peixoto de Azevedo, ficando à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Wanderley classifica operação do Gaeco como “muito estranha” e nega apreensão em escritório
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), classificou como “muito estranha” a operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) para investigar suspeitas de corrupção na eleição da Mesa Diretora do Legislativo municipal. A declaração foi feita na manhã desta terça-feira (20), quando ele chegou à sede da Câmara.
Ao conversar com jornalistas, Wanderley afirmou desconhecer os detalhes da investigação e negou que tenha ocorrido uma operação em sua residência. Ele também declarou que nada foi apreendido em seu escritório.
“Não teve operação na minha casa. Eu desconheço essa operação e acho muito estranho. Com mais de 30 denúncias [contra] a prefeita. Não me inteirei dos fatos, mas acho muito estranha essa operação. No meu escritório não apreendeu nada”, disse o presidente.
Durante a fala, o parlamentar mencionou a existência de mais de 30 denúncias contra a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL).
Investigação apura eleição da Mesa Diretora
A operação do Gaeco busca apurar possíveis irregularidades na disputa pela Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, realizada em maio. A investigação envolve suspeitas de compra de votos e outras possíveis práticas ilícitas relacionadas à eleição que escolheu Wanderley Cerqueira para a presidência no biênio 2027/2028.
A ação também alcança outros parlamentares e pessoas ligadas ao Legislativo. As diligências incluem mandados de busca e apreensão em municípios mato-grossenses, com o objetivo de reunir elementos para esclarecer os fatos investigados.
A manifestação de Wanderley ocorre em meio à repercussão da operação e à disputa política em torno do comando da Câmara. O presidente, no entanto, afirmou que ainda não havia se inteirado dos detalhes da investigação.
As suspeitas são objeto de apuração pelas autoridades competentes e não representam, por si só, comprovação de prática criminosa por parte dos investigados.
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