Polícia

Força Tática localiza suspeito por tráfico com auxílio das câmeras do programa Vigia Mais MT

Publicado em

Polícia


Equipes militares da Força Tática, do 3º Comando Regional da Polícia Militar, apreenderam uma arma de fogo, munições e 1,4 quilo de entorpecentes em uma abordagem, nesta quinta-feira (12.3), no município de Sorriso (400 km de Cuiabá). Um homem, de 20 anos, foi preso em flagrante suspeito por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi localizado com auxílio do Vigia Mais MT.

A equipe recebeu informações da Agência Local de Inteligência de que o suspeito estaria comercializando entorpecentes utilizando uma motoneta Honda Biz. Conforme a denúncia, ele deixava a droga em locais isolados e, em seguida, enviava ao comprador vídeos e a localização do ponto onde o material estava.

Com apoio das câmeras de segurança do Vigia Mais MT, os policiais foram informados de que o suspeito trafegava no bairro Jardim Primavera. A equipe foi até o local e o abordou na porta de sua residência.

Questionado sobre a denúncia, o homem afirmou que realizava entregas para plataformas de comércio eletrônico, no entanto, as equipes localizaram 40 gramas de uma substância análogas à skank (super maconha) no baú da motocicleta.

À PM, ele confessou que recebia cerca de R$ 2,5 mil por mês para guardar e distribuir drogas para uma facção criminosa. O suspeito também informou que armazenava o restante do material ilícito dentro da casa. Durante as buscas no imóvel, os policiais encontraram um revólver calibre .38 escondido debaixo do colchão em um quarto, além de diversas porções de pasta base de cocaína, cocaína e uma balança de precisão.

Na cozinha da casa, os militares ainda apreenderam outra balança de precisão com capacidade de até 40 quilos.

O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Justiça derruba propaganda de Taques por associar Mauro Mendes a crime no caso Oi

Publicados

em


A Justiça Eleitoral de Mato Grosso determinou a suspensão imediata de uma propaganda eleitoral do advogado Pedro Taques que associava o candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) a criminosos e afirmava que ele teria “panhado” recursos relacionados ao chamado caso Oi.

A decisão foi tomada pelo juiz auxiliar da propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Flávio Fraga e Silva, que entendeu que a peça ultrapassou os limites da crítica política e atribuiu a Mauro uma prática criminosa sem que exista condenação judicial nesse sentido.

Na propaganda, Taques citava pessoas que afirmou ter prendido durante sua trajetória profissional e, em seguida, incluía Mauro na mesma narrativa ao dizer que ele também teria “panhado” recursos do caso Oi.

Ao analisar o conteúdo, o magistrado considerou que a construção da propaganda transformava uma investigação em fato consumado e apresentava o candidato como criminoso.

“Apresenta-se o ‘caso da Oi’ como item subsequente do mesmo rol, enquanto o desfecho da frase converte o que era investigação em fato consumado e quem era investigado em criminoso”, afirmou o juiz na decisão.

O magistrado também destacou que não é a primeira vez que acusações semelhantes envolvendo Mauro Mendes e o caso Oi chegam à Justiça Eleitoral. Segundo a decisão, o TRE-MT já havia considerado ilícitas outras imputações relacionadas a roubo e corrupção, além de determinar anteriormente a retirada de conteúdos com acusações semelhantes.

Para o juiz, Taques apenas alterou a forma de apresentar uma acusação que já havia sido barrada judicialmente.

“Ao afirmar que o requerente ‘panhou, sim’ os recursos do ‘caso da Oi’, evidencia-se a reprodução, com a mera substituição do verbo por seu equivalente coloquial, de imputação categórica cuja veiculação foi vedada mais de uma vez”, registra a decisão.

A tentativa de transformar a acusação em uma pergunta, “Ele panhou ou não panhou?”, também não foi suficiente para afastar o entendimento da Justiça. O magistrado considerou que a frase funcionava apenas como um reforço retórico da acusação.

Com a liminar, Pedro Taques fica proibido de reapresentar a propaganda, integral ou parcialmente, e também de divulgar novas peças que reproduzam a afirmação de que Mauro teria recebido recursos do caso Oi ou que o apresentem como autor de crime sem reconhecimento por decisão judicial condenatória.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA