OPERAÇÃO monstro domi

DEPOIS DE ESTUPRAR DUAS IRMÃS EM MT; PSICÓLOGO É PRESO FORAGIDO EM CASA DA MÃE NO SUL – UMA É MENOR

Segundo informações da Polícia Civil, as investigações começaram em dezembro

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Crédito sindieletro-MG

Imagem Ilustrativa

Após cometer ato monstruoso de estupro contra duas garotas, suas próprias irmãs, sendo uma delas menor de idade, com apenas 12 anos de idade, um psicólogo de 32 anos, que não teve o nome divulgado, para sua segurança, foi preso pelo ato hediondo e cruel. Ele está sendo acusado além dos estupros, por ameaçá-las de morte, em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá). Ao saber que já estava sendo investigado, ele fugiu para a cidade de Londrina (PR), onde foi localizado e detido na manhã desta sexta-feira (19).

Segundo informações da Polícia Civil, as investigações começaram em dezembro, quando as vítimas relataram os abusos. As jovens são filhas do mesmo pai que o acusado e a mais velha, de 20 anos, contou que era obrigada a manter relações sexuais com o irmão desde que era menor.

Além dos estupros, ela contou que o homem a ameaçou de morte quando começou a namorar um rapaz.

Já a vítima de 15 anos era constantemente assediada pelo suspeito, que aproveitava os momentos em que ela ficava sozinha, para praticar os abusos.

Diante dos relatos e do que foi obtido na investigação, o delegado Paulo Gomes Araújo, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM), representou pela prisão do suspeito. O acusado, no entanto, fugiu para a casa da mãe assim que soube do inquérito policial.

Com informações do paradeiro do investigado, a equipe da DEDM entrou em contato com a Polícia Civil de Paraná, que deu cumprimento à ordem de prisão contra o suspeito.

Em Cáceres, os policiais da DEDM deram cumprimento ao mandado de busca e apreensão na residência do investigado, onde foram apreendidos um notebook, uma balança de precisão.

A ação faz parte da Operação Monstrum Domi (monstro em casa), deflagrada pela DEDM de Cáceres, para combate aos crimes sexuais ocorridos no município.

 

 

 

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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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