REFERÊNCIA EM OPERAÇÕES AÉREAS

CIOPAER: EXCELÊNCIA EM SEGURANÇA E RESGATE AÉREO EM MATO GROSSO

Em 2024, a unidade registrou um total de 2.575,1 horas de voo e 1.300 atendimentos incluindo a ajuda ao Rio Grande do Sul

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Polícia

FOTO: ASSESSORIA/CIOPAER

O Centro Integrado de Operações Aéreas de Mato Grosso (CIOPAER) destaca-se como referência em operações de segurança pública, resgate e proteção ambiental. Com milhares de horas de voo registrados e atendimentos que englobam ações de alta complexidade, a unidade reafirma sua importância para a população mato-grossense.

Estrutura de Alta Performance

Com uma frota composta por helicópteros e aviões modernos, o CIOPAER está equipado com tecnologia avançada, incluindo câmeras térmicas e sistemas de comunicação de última geração. Uma equipe formada por pilotos, operadores táticos e mecânicos especializados, está preparada para atuar em missões que exigem rapidez e precisão, como resgate, patrulhamento aéreo e combate a incêndios.

IMPACTO OPERACIONAL

AS AÇÕES DO CIOPAER ABRANGEM:

  • Operações Policiais: Missões de busca e captura, patrulhamento preventivo e recuperação de veículos roubados, demonstrando eficácia no combate ao crime.
  • Combate a Incêndios e Salvamento: A unidade desempenha papel fundamental em situações de crise ambiental, especialmente em regiões como o Pantanal, com missões de reconhecimento, transporte de equipes e combate direto às chamas.
  • Apoio Aero Médico: Em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, realiza transporte de pacientes e apoio a transplantes e coleta de órgãos, salvando vidas em situações de emergência.

OPERAÇÕES DE DESTAQUE

O CIOPAER é conhecido por sua atuação em missões humanitárias e de preservação ambiental. Em casos de enchentes ou grandes incêndios florestais, a unidade demonstra eficiência ao resgatar vítimas, transportar suprimentos e oferecer suporte a equipes médicas.

PARCERIAS ESTRATÉGICAS E IMPACTO SOCIAL

A unidade trabalha em conjunto com diversas instituições, como o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, garantindo maior integração entre órgãos de segurança. Essa colaboração amplia a capacidade de resposta a emergências e reforça a segurança da população.

PREPARAÇÃO E LEGADO

Os treinamentos contínuos garantem a excelência das operações do CIOPAER e atualizações para a capacitação de outras forças de segurança no estado. Cursos especializados em resgate, combate a incêndios e evacuação médica fortalecem as ações realizadas pela unidade.

Reconhecido por sua dedicação e inovação, o CIOPAER segue como um modelo de eficiência e compromisso, consolidando sua posição como um dos principais instrumentos de segurança pública e humanitarismo no estado.

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Polícia

Bruno Rios registra boletim contra Wanderley e afirma que não responderá por atos do presidente

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O vereador Bruno Rios (PL) registrou um boletim de ocorrência contra o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), após relatar ter sido ameaçado durante uma sessão legislativa na terça-feira (20). O episódio ocorreu poucas horas depois da deflagração da Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção e compra de votos relacionadas à eleição da Mesa Diretora.

Em entrevista concedida nesta quarta-feira (21), Bruno afirmou que Wanderley deu um tapa em seu ombro esquerdo e disse que ele iria “pagar”. O vereador declarou que não aceita ser responsabilizado pelas investigações que atingem o presidente do Legislativo.

“Ele me falando: ‘Você vai me pagar, meu filho’. Naquele momento, eu simplesmente indaguei: ‘Pagar o quê? O que eu estou te devendo?’. Não estou te devendo nada. Não adianta o senhor querer procurar em mim culpado pelos seus atos”, relatou.

Bruno afirmou que pretende encaminhar o registro policial aos responsáveis pela investigação. Segundo ele, a abordagem ocorreu em meio à repercussão da operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que colocou Wanderley entre os alvos.

“Eu respondo pelos meus atos e não pelos seus atos. Eu acredito que tudo que está acontecendo foi em decorrência dos atos dele e do grupo dele, pelo formato de fazer aquela política”, declarou.

Durante a entrevista, Bruno também negou ter sido responsável pela denúncia que deu origem à investigação do Gaeco. Ele explicou que sua atuação contra Wanderley ocorreu por meio de medidas judiciais relacionadas à eleição da Mesa Diretora.

“Eu sou autor da ação no STF e dos mandados de segurança. Desses eu sou autor”, afirmou.

O parlamentar disse ainda que não teve acesso integral ao inquérito e que busca consultar os documentos para compreender os elementos reunidos pelos investigadores.

A Operação Cathedra Venalis apura suspeitas de compra de votos, corrupção e possível atuação de uma organização criminosa na disputa pelo comando da Câmara de Várzea Grande. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão contra vereadores do município e também alcançou parlamentares de Cuiabá.

Disputa pela Mesa Diretora continua

Além do boletim de ocorrência, Bruno voltou a cobrar a convocação de uma nova eleição para a Mesa Diretora. A votação realizada em maio, que terminou com a vitória de Wanderley por 12 votos a 11, foi anulada posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O vereador sustenta que o presidente precisa convocar um novo pleito e afirma que o grupo liderado por Lucas do Chapéu do Sol (PL) mantém a candidatura para a disputa.

“A eleição está nula e ele tem que convocar a nova eleição”, declarou.

Bruno também criticou a articulação política que antecedeu a votação de maio e questionou a realização de uma reunião de vereadores em uma chácara antes do pleito. Segundo ele, o grupo de Wanderley teria alimentado a expectativa de que a prefeita Flávia Moretti (PL) seria cassada pela Justiça Eleitoral e que integrantes do grupo poderiam ocupar cargos na administração municipal. Essas afirmações representam a versão do vereador e não devem ser confundidas com fatos comprovados pela investigação.

O boletim de ocorrência formaliza a denúncia de Bruno sobre a suposta ameaça. A apuração do episódio e das suspeitas relacionadas à eleição da Mesa Diretora cabe às autoridades competentes.



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