Mato Grosso

Vítimas de afogamento são localizados pelos bombeiros no mesmo dia em MT

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Da Redação

Dois corpos de vítimas de afogamento na semana passada foram localizados pelo Corpo de Bombeiros nessa segunda-feira (7), no norte do estado. Uma das ocorrências foi registrada em Ipiranga do Norte e a outra em Colíder.

De acordo com os bombeiros, a família de uma das vítimas, de 48 anos, procurou a base militar no sábado (5), por volta das 20h, informando que o familiar caiu no no Rio Verde, em Ipiranga do Norte, e desapareceu.

As equipes de resgate iniciaram as buscas no domingo (6), mas o corpo não foi localizado. No dia seguinte, foram feitas novas buscas e a vítima foi localizada já em estado de decomposição próximo ao local do afogamento informado pela família.

A segunda ocorrência foi no Rio Teles Pires, a cerca de 90 km de Colíder. De acordo com os bombeiros, a vítima tinha 17 anos e se afogou no domingo (6).

As buscas foram realizadas na última segunda-feira (7), quando o corpo foi localizado.

Essa ocorrência foi numa localidade conhecida como Praia da Saudade, próxima de uma ponte da MT-320.

O caso foi encaminhado à Polícia Civil de Alta Floresta.

Alerta

Em 2019, de acordo com números do corpo de Bombeiros houve em Mato Grosso mais de 80 casos de afogamentos. Sendo que o mês com o maior indicie, foi setembro, tendo 17 casos. Segundo o batalhão este número costuma subir neste período por causa do calor intenso e o período de muita seca.

Este ano por causa das queimadas o calor fica mais intenso, sendo assim, as pessoas costumam em fins de semana procurarem rios na região. Mas o cuidado tem que ser dobrado, afinal de contas devido à grande aglomeração, é muito fácil se distrair e perder, principalmente crianças de vista. A recomendação é que não deixe crianças sozinhas na beira do rio, e tentar ficar somente na parte mais rasa da água, mesmo que você saiba nadar, o rio pode ser um lugar traiçoeiro e caso você caia em um buraco ou pegue uma correnteza forte a chance de uma fatalidade acontecer é muito alta.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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