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Vendas de veículos caem 1,61% em janeiro

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Da Redação

As vendas de veículos caíram 1,61% em janeiro em comparação ao mesmo mês de 2019. Segundo o balanço divulgado, hoje (4), pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacadas no primeiro mês deste ano 298,4 mil unidades, contra 303,3 mil no ano passado. Em relação a dezembro, quando foram vendidos  370,7 mil veículos, a retração ficou em 19,5%.

Os automóveis tiveram a maior queda, com redução de 5,62% nos emplacamentos de janeiro em relação ao primeiro mês do ano passado. De acordo com a Fenabrave, foram vendidos 154,5 mil carros em janeiro. Na comparação com dezembro, o número representa uma retração de 28,1% nas vendas. No último mês de 2019 chegaram a ser comercializados 215,2 mil carros.

As motos tiveram um resultado positivo, com crescimento de 1,08% nas vendas em janeiro de 2020 contra o mesmo mês de 2019. Foram emplacadas 91,7 mil unidades no primeiro mês do ano.

Os caminhões também registraram alta nas vendas, 3,66%, com a comercialização de 7,1 mil veículos do tipo em janeiro. Já os ônibus apresentaram uma diminuição de 2,27% nos emplacamentos, com a venda de 2,1 mil veículos de transporte coletivo no mesmo período.

Foto: Marcelo Camargo

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Cuiabá tem 341 mil adultos inadimplentes e dívidas crescem 9,74% em um ano

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Cuiabá encerrou setembro com cerca de 341 mil consumidores adultos com restrição de crédito, segundo estimativa do SPC Brasil apurada para a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá). O número representa aumento de 3,03% em relação a setembro de 2025, abaixo das altas registradas no Centro-Oeste (7,74%) e no Brasil (6,97%).

Na comparação com agosto, o índice de inadimplentes na capital cresceu 1,63%. Além do número de consumidores com restrição, o volume de dívidas também avançou: a quantidade de débitos em atraso aumentou 9,74% em um ano e 3,21% em um mês.

O valor médio devido por consumidor chega a R$ 6.673,19. Cada inadimplente tem, em média, 2,54 contas em atraso, índice superior ao registrado no Centro-Oeste (2,49) e no país (2,36).

Dívidas antigas

Os dados também revelam que boa parte dos débitos permanece em aberto por longos períodos. O tempo médio de atraso é de 29,7 meses, quase dois anos e meio.

As dívidas com atraso entre um e três anos representam 34,42% do total. Outras 24,07% estão vencidas há quatro a cinco anos. Já os débitos com até 90 dias de atraso correspondem a 7,03%.

Os bancos concentram a maior parcela das dívidas registradas em Cuiabá, com 62,35% do total. Na sequência aparecem o comércio, com 14,46%; as contas de água e energia elétrica, com 7,98%; e os serviços de comunicação, com 2,93%. Outros setores respondem por 12,28%.

Para o presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam, o cenário reforça a importância do planejamento financeiro familiar e da renegociação dos débitos.

“Com o orçamento organizado, fica mais fácil separar uma parte da renda para quitar o que está atrasado, procurar a renegociação antes que a dívida cresça e evitar usar o crédito para cobrir gasto do dia a dia”, afirmou.

Mato Grosso

Em Mato Grosso, aproximadamente 1,9 milhão de consumidores adultos estavam com restrição de crédito em setembro. O número representa alta de 5,02% em relação ao mesmo mês de 2025 e de 1,82% na comparação com agosto.

O volume de dívidas em atraso no estado também aumentou, com crescimento de 11,22% em 12 meses e de 3,07% na comparação mensal.

Na região Centro-Oeste, 6,47 milhões de pessoas estavam inadimplentes, o equivalente a 48,74% da população adulta.

(Com informações da Assessoria)



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