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Várzea Grande vai endurecer nas exigências de máscaras, distância e higienização

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Da Redação

O Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus por recomendação da prefeita Lucimar Sacre de Campos, vai endurecer e ampliar a fiscalização diária em toda a cidade de Várzea Grande, principalmente nos estabelecimentos que realizam atendimento a população.

“Vamos passar a ser mais rigorosos com as exigências do decreto municipal e da Lei Estadual que exigem regras de atendimento e de utilização de meios de proteção que devem ser a soma de várias medidas em prol do conjunto da sociedade e da saúde de todos os várzea-grandenses”, disse o secretário de Governo e presidente do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (COVID 19) em Várzea Grande, Kalil Baracat.

Segundo o presidente do Comitê de Enfrentamento de Várzea Grande, a Vigilância Sanitária Municipal e a Guarda Municipal entre outros órgão municipais, estão atuando em conjunto com a Vigilância Sanitária e as Polícias Militar, Judiciária Civil e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso muito mais no sentido de esclarecer, alertar e exigir distanciamento mínimo de 1,5 metros entre as pessoas, meios de proteção como máscaras sempre e luvas quando necessárias, higienização rigorosa como água e sabão e álcool gel.

O secretário de Defesa Social e comandante da Guarda Municipal de Várzea Grande, Evandro Homero, alertou que os pedidos são para alertas e recomendações, mas pode haver endurecimento e até mesmo medidas mais extremas para aqueles que desrespeitarem as determinações legais.

“Voltamos a frisar que a ordem é no intuito de alertar, demonstrar o papel preponderante e fundamental que a própria população tem no sentido de ajudar os Poderes Públicos Estadual e Municipal a fazer o enfrentamento ao Coronavírus (COVID 19) e preservar suas vidas e a vida dos outros, além do modo em que vivemos em sociedade, mas tudo tem limites e não está descartada a tomada de decisões voltadas para endurecer a fiscalização e punir os responsáveis. Nossa fiscalização é educativa e não punitiva, mas não vamos abrir mão de exigir que as pessoas cumpram as regras necessárias em prol da vida de todos”, disse o comandante Evandro Homero.

O secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes, assinalou que a melhor recomendação é que as pessoas se preservem e preservem os demais, diante da pandemia do Coronavírus, aliado com a necessidade da retomada econômica e manutenção de empregos e renda de toda a população.

“A principal preocupação da prefeita Lucimar Sacre de Campos e da própria população é com a doença, com a pandemia, mas também existe a preocupação com os empregos das pessoas, por isso os cuidados a serem tomados tende a ter um efeito muito importante no combate a disseminação da doença, como no caso, do uso de máscaras, de meios rigorosos de higienização e distância entre as pessoas como forma de auxiliar e debelar a doença como um todo”, frisou Diógenes Marcondes.

Todos foram unanimes que se faz necessária aliar a preservação da saúde com a questão do trabalho e da renda, mas que é possível também colocar em prática os meios segurança necessários a resguardar a vida das pessoas.  

 

Foto: Secom/VG

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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