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União destina R$ 26 mi para atender a segurança pública de MT

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Da Redação.

Durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na última quarta-feira (6), o presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Casa de Leis e deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) agradeceu os senadores e parlamentares federais pela emenda federal de R$ 26 milhões, que vai atender a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp).

O deputado federal Neri Geller (PP), presente no parlamento, afirmou sobre o repasse deste recurso para a categoria. “Quero ressaltar o trabalho do deputado Delegado Claudinei e que conseguimos liberar 26 milhões que vai dar para o Secretário de Segurança, as condições para comprar viaturas, coletes a prova de bala e munição e, assim, por diante. O trabalho articulado com Assembleia é extremamente importante”, pronunciou o parlamentar. 

De acordo com o parlamentar, há muito tempo que a segurança pública não recebia um valor tão expressivo. Ele também agradeceu ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que autorizou a destinação destas emendas que serão importantes para Mato Grosso. “É importantíssimo este recurso. Nos próximos dias, assim que liberar, conversaremos com o secretário de segurança para ver a melhor forma de aplicar estes investimentos”, pontua o deputado.

Emenda

No início de outubro de 2019, Delegado Claudinei esteve juntamente com outros integrantes da Comissão de Segurança Pública da ALMT, em Brasília (DF), para solicitar emendas federais para atender não só a segurança, como, também, saúde e educação. Também, marcou presença o secretário da Sesp-MT, Alexandre Bustamante dos Santos, e o Diretor Geral da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT), Mário Dermeval Aravéchia de Resende.

Além de Claudinei, a Comissão de Segurança Pública é composta por outros parlamentares, sendo o vice-presidente Sílvio Fávero (PSL), os membros titulares Elizeu Nascimento (DC), Thiago Silva (MDB) e Ulysses Moraes (DC).

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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