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“Trabalho de tartaruga”: Águas Cuiabá não acompanha crescimento da demanda

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Da Redação.

Com cerca de 700 mil habitantes em Cuiabá, a empresa Águas Cuiabá “anda a passos de tartaruga” para atender os moradores da Capital, que desde 2012, com a promessa de universalização e o tratamento do esgoto, a empresa até o momento, não conseguiu atender a demanda que cresce constantemente.

Foto: pensamentoverde

A universalização do fornecimento de água potável para os cuiabanos, ainda ficou apenas nos planejamentos e promessas, já que as reclamações ainda são constantes, sem falar das taxas de cobranças de coleta de esgoto, sendo que é de conhecimento da população, que cerca de 50% do esgoto da cidade não é tratado.

“O fornecimento de água, a coleta do esgoto e as taxas cobradas, ficam como os principais registros de reclamações no Procon-MT”.

Com promessas de investimento bilionário, a empresa Águas Cuiabá assumiu uma concessão dentro da Capital por 30 anos, os problemas é que desde 2012, cronologicamente, a empresa ainda não mostrou capacidade de atender a demanda.

Foto: Águas Cuiabá

“Com cerca de 50% de todo esgoto da Capital, sendo jogado diretamente 24hs por dia no Rio Cuiabá, especialistas apontam que a população está consumindo esgoto tratado”.

As notícias de precariedade dos serviços prestado pela empresa Águas Cuiabá podem ser vistas constantemente nos veículos de comunicação, como também pela opinião popular.

“Não adianta ter água apenas nos bairros centralizados e nos condomínios de luxo, a maior parte da população moram nos bairros mais afastados, onde constantemente existem a falta de água”, disse uma moradora do bairro Dr. Fábio, que pediu para não identificada.

Outra reclamação dos consumidores é referente a comunicação da empresa, que quando é preciso fazer algum tipo de registro, ou reclamação, a indicação que seja realizado via e-mail, ou por telefone, o problemas e que o número de contato não é de Cuiabá, os atendentes são de outras cidades, e mal sabem onde ficam localizados os bairros.

A empresa Águas Cuiabá vem mostrando conturbações desde a aprovação da sua concessão, quem não se lembra como foram as votações na Câmara Municipal.

Com a promessa de melhorias, a população cuiabana teve que “engolir” a mudança na prestação de serviços do fornecimento de água potável e coleta e tratamento de esgoto. Pelo que tudo indica, as mudanças ficaram apenas nas cobranças e, em quem detêm os recursos, já a precariedade permanece constante, deixando as melhorias no papel de planos futuros.

Foto:gcom-mt

Hoje, o esgoto é uma das principais fontes poluidoras, que é jogado 24hs por dia, bruto nos afluentes, como também diretamente no Rio Cuiabá.

Mais uma vez os responsáveis pela empresa Águas Cuiabá foram procurados para falar sobre o assunto, mas até o fechamento da matéria, não foram localizados.

 

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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