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Top Five: População aponta os cinco piores vereadores de Acorizal

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Da Redação:

Top Five: o quadro que apresenta a opinião popular sobre os piores e melhores vereadores dos municípios chegou em Acorizal, quando divulgou na manhã desta terça-feira, 11. 08, o nome de Ademir Roberto, o popular Sageia, como o pior vereador do município.

O quadro foi criado para através de pedidos dos participantes do Programa Hora da Gente, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 9:00h as 10:00hs Radio Estação VG.105.9, que também é transmitido para o mundo todo, através da internet, na página Hora da Gente.

O quadro que foi criado para atender a opinião popular, virou o maior sucesso, com pedidos para ser realizado em vários município, já que o Top Five virou o veículo de expressão popular instantâneo.

Além da divulgação pela rádio, como também pela página do Facebook, o material é publicado no site de notícias www.omatogrosso.com, no Jornal impresso O Mato Grosso, e no Programa da Gente, que é transmitido diariamente pela TBO canal 8.1.

Foto: Câmara de Acorizal

Desta forma, a seleção dos piores vereadores de Acorizal ficou assim:

1ª – Ademir Roberto – Sageia – (o jogador)

2 ª – Rafael Piovezan – (o fantasminha)

3ª – Wellington Baús – (o garnizé)

4ª – Benna Lemos – ( o office boy)

5ª – Diego Taques – (o perdido)

O jornalista e apresentador Laerte Lannes disse que o espaço durante a programação do Programa Hora da Gente, na Rádio Estação VG, 105.9 está à disposição daqueles que não concordaram com a opinião popular, e querem se defender.

Geralmente, as principais reclamações do povo é referente a ausência do vereador nas localidades, a falta de projetos que beneficie a sociedade, a falta de fiscalização das atividades dos poder executivo, como também, a omissão ou conivência com supostas irregularidades cometidas pela Prefeitura.

“Trabalhamos com transparência e baseados nos princípios democráticos, aqueles que tiverem interesse, serão muito bem recebidos, como foi o caso do vereador Chico Curvo de Várzea Grande, quando teve espaço para falar com a população”, explicou Laerte Lannes.

O quadro Top Five é realizado toda semana, através dos pedidos dos participantes, a intenção é que seja realizado de princípio, em todos os municípios da Baixada Cuiabana, para mostrar os melhores e piores vereadores, prefeitos, deputados estadual e federal, como também, senadores.

 A proposta do quadro é proporcionar vez e voz ao povo que elege e avalia os políticos da sua região.

Foto: Divulgação.

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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