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Técnicas de empreendedorismo integram cronograma para alunos que já concluíram atividades na qualificação

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Da Redação

A Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) deu início nesta segunda-feira (16), ao cronograma de cursos em Técnicas  de Empreendedorismo voltados para os alunos que já concluíram as atividades na qualificação.

A primeira capacitação foi dividida em seis turmas a partir desta segunda-feira (16), sendo uma já iniciada na sede do Senai- Cuiabá, 03 turmas no período da tarde, a partir das 13 horas,  sendo uma na unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro Pedregal e duas na sede do Senai. Já no período da noite, a partir das 18 horas, serão duas turmas da sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial- Cuiabá.

Serão ofertadas 900 vagas, com carga horária de 20 horas. Dentre os temas a serem trabalhados são criatividade, empreendedorismo, inovação, identificação de oportunidades de negócios, criação de marca e monetização de negócios.

“A proposta desses cursos é incentivar os alunos, sendo eles a maioria formada por mulheres, cerca de 80%, para serem donas do próprio negócio e atingir a independência financeira”, disse a primeira-dama, Márcia Pinheiro.

De acordo com o Gerente Regional de Educação  do Senai Mato Grosso, Carlos Braguini, para os 30 alunos com melhor desempenho, será oferecido um treinamento especializado na área de negócios. “Serão 30 horas de capacitação presencial para  incubação de negócios e mais 90 dias de acompanhamento em mentorias para fortalecer a empreitada de cada estudante.”, informou Carlos.

 

Foto: Josã  Ferreira

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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