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Suspeito é morto durante ação da Policia Civil no Tijucal

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Da Redação

Deivid de Amorim Souza de idade não informada, foi morto na manhã desta terça-feira (18.08), durante cumprimento de mandado de busca e apreensão por homicídio, no bairro Tijucal, em Cuiabá. 

Conforme as informações iniciais, Deivid que é conhecido como ‘cromado’ reagiu a invasão disparando contra os policiais, o sujeito estava armado com uma espingarda calibre 12. Após os disparos a Policia Civil reagiu atirando contra o suspeito que atingido, morreu no local.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os trabalhos no local. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O caso segue em investigação.

 Operação Prefácio

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de São José dos Quatro Marcos (315 km de Cuiabá), cumpre na manhã desta terça-feira (18.08) 79 ordens judiciais contra membros de associações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas e outros crimes em todo estado de Mato Grosso, na ‘Operação Prefácio”. Os mandados judiciais, sendo 39 de busca e apreensão domiciliar, 32 de prisão preventiva e oito de prisão temporária são cumpridos em 14 cidades do estado. São elas: Cuiabá, Várzea Grande, Araputanga, Reserva do Cabaçal, Indiavaí, Jauru, Cáceres, São José do Quatro Marcos, Campo Novo do Parecis, Rio Branco, Lambari D”Oeste, Salto do Céu, Porto Esperidião, e Barra do Garças, além da cidade de São Luiz dos Montes Claros (GO).

A operação tem o objetivo de controlar ações criminais praticadas por uma facção criminosa, relacionada ao tráfico de drogas, crimes contra o patrimônio, roubo e homicídio, bem como crimes típicos da região de fronteira.

Foto: Bruno Pinheiro – TV Vila Real

 

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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