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Sobe para 85 número de suspeitas de coronavírus em Sinop

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Mato Grosso

Da Redação
Em cerca de 24 horas, Sinop registrou um aumento expressivo na quantidade de suspeitas do novo coronavírus. Até o início da noite desta sexta-feira, 27 de março, os números somaram 85 pessoas que apresentam sintomas leves, suspeitas de contágio pelo Covid-19, e que permanecem em isolamento domiciliar. O aumento passou de 100% (157%) em relação à quinta-feira, 26, quando eram 33. 
Apesar de ainda não ter casos confirmados, a alta no quantitativo de suspeitas também preocupa, conforme explicou o secretário Municipal de Saúde, Kristian Barros, durante entrevista coletiva concedida via internet. O cenário reforça a necessidade de, quando possível, o cidadão também adotar o isolamento social como forma de se prevenir da infecção. Das 
Mesmo que Sinop não tenha casos confirmados ou, sequer, de pacientes internados em estado moderado ou grave, Kristian Barros reforça, mais uma vez, a importância da conscientização da população. “Abrindo o comércio a chance é muito maior do coronavírus se proliferar, porque as pessoas vão transitar e fazer suas atividades. Mas isso vai muito da consciência de cada um. Nós estamos dizendo desde o começo da campanha para não se sair de casa. Se você pode, fique em casa. Saia, apenas, se houver necessidade mesmo”, reforçou.
“Seguimos à risca o protocolo do Ministério da Saúde. Mas cada cidadão também deve seguir à risca nossa orientação para sair de casa somente em extrema necessidade. Somente assim teremos chance de controlar o contágio”, salientou o secretário.
Em Mato Grosso, conforme a Secretaria de Estado de Saúde, 11 casos foram confirmados, sendo oito em Cuiabá, dois em Várzea Grande e um em Nova Monte Verde. Ao todo, são 556 suspeitos.
RESULTADOS

Conforme explica o secretário municipal de Saúde, Kristian Barros, Sinop aguarda a conclusão das análises das amostras encaminhadas ao Laboratório Central do Estado de Mato Grosso (Lacen-MT), em Cuiabá. Até esta sexta-feira (27), das 290 notificações totais, 05 acabaram descartadas pela Secretaria de Estado de Saúde. 

“Entendemos a sobrecarga sobre o Lacen. Quanto mais rápido tivermos os resultados melhor será poderemos traçar estratégias de controle de contágio. Mas precisamos também compreender que não basta a vontade de os resultados saírem rápidos. Esta é uma análise técnica que precisa ser realizada com muita cautela”, explicou o gestor da pasta.

Foto: Prefeitura de Sinop

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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