Mato Grosso

Sistema Penitenciário de Mato Grosso não tem nenhum caso do novo coronavírus

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) informa que não há nenhum caso suspeito de coronavírus na Cadeia Pública Feminina de Rondonópolis (218 km ao Sul de Cuiabá) e em nenhuma unidade penitenciária de Mato Grosso.

Ocorre que uma reeducanda de 62 anos, que tem a determinação judicial para realizar a visita familiar extramuros, teve contato há cerca de 15 dias com uma sobrinha que veio dos Estados Unidos para fazer uma cirurgia em Mato Grosso.

A família foi acompanhada por médicos e nenhum dos familiares apresentaram qualquer sintoma de coronavírus.

Contudo, por uma questão de zelo e prevenção, mesmo assintomática, a recuperanda foi colocada em isolamento e permaneceu sem qualquer sintoma de coronavírus, gripe ou resfriado. Nesta segunda-feira (23.03) ela saiu da quarentena.

A notícia de que há uma reeducanda com a doença em Rondonópolis é falsa, portanto. A Sesp-MT pede aos veículos de comunicação do Estado que entrem em contato com os órgãos de saúde pública e com a própria Sesp para chegar as informações, antes de divulgá-las.

O Governo de Mato Grosso, assim como todas as demais unidades da federação, segue protocolo do Ministério da Saúde para registro de casos suspeitos de coronavírus.

A Cadeia Pública Feminina de Rondonópolis tem capacidade de 124 vagas e tem hoje 88 mulheres privadas de liberdade.

Foto: Ita Mara

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em


Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA