Mato Grosso
Seplag libera Cédula C de 2024 para servidores, aposentados e pensionistas
Mato Grosso
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) disponibilizou o comprovante de rendimentos de 2024 para servidores públicos ativos, aposentados e pensionistas.
O documento, conhecido como Cédula C, contém informações detalhadas sobre os valores recebidos e os descontos aplicados ao longo do ano, sendo essencial para a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF), junto à Receita Federal.
O acesso ao documento pode ser feito de duas formas simples. A primeira opção é pelo Sistema Cédula C, enquanto a segunda é pelo Portal do Servidor. Para baixar o comprovante, é necessário utilizar o número de matrícula e senha, além do CPF, dependendo da plataforma escolhida.
Servidores que receberam vantagens não registradas na Folha de Pagamento devem seguir procedimentos específicos para obter o novo comprovante com essas informações adicionais. Para isso, a solicitação deve ser feita por e-mail, informando nome completo, CPF e matrícula, para garantir que o processo ocorra de forma rápida e sem complicações.
Caso o rendimento esteja relacionado a precatórios, o contato deve ser feito com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) pelo e-mail [email protected].
Para Requisição de Pequeno Valor (RPV), a solicitação deve ser encaminhada à Procuradoria Geral do Estado (PGE), por meio do e-mail [email protected]. Já para verbas indenizatórias, diárias, ajudas de custo e serviços prestados, o e-mail de contato é [email protected].
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Cira-MT obtém decisões para recuperar R$ 1,6 milhão ao Estado
O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) obteve duas decisões judiciais favoráveis para adoção de medidas patrimoniais em investigações de crimes contra a ordem tributária. As determinações incluem bloqueio de bens e valores, indisponibilidade de veículos e sequestro de imóveis, com o objetivo de assegurar a recuperação de mais de R$ 1,6 milhão aos cofres públicos estaduais.As decisões foram proferidas pelos Núcleos de Justiça 4.0 dos Juízos das Garantias dos polos de Tangará da Serra e Rondonópolis, em procedimentos que apuram o não recolhimento de tributos estaduais e possíveis fraudes na comercialização de produtos agrícolas. Em ambos os casos, as investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz) e os pedidos realizados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Nova Mutum – A primeira investigação envolve uma empresa de Nova Mutum que atua nos segmentos de comércio de materiais de construção e serviços mecânicos. As apurações conduzidas pela Defaz identificaram indícios de crime contra a ordem tributária relacionados ao não recolhimento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) declarado pela própria empresa.Os débitos, referentes aos anos de 2022 e 2023, foram inscritos em dívida ativa e somam R$ 1.183.005,70. A investigação resultou no indiciamento de um suspeito pela suposta prática de crime contra a ordem tributária.Diante dos elementos reunidos, a Defaz requereu o bloqueio de valores em contas bancárias, a indisponibilidade de veículos e, de forma subsidiária, o sequestro de imóveis até o limite do débito apurado. O pedido foi acolhido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Tangará da Serra, com atuação da 14ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá – Núcleo de Defesa da Administração Pública e da Ordem Tributária.Primavera do Leste – A segunda investigação apura suposta fraude tributária em operações de comercialização de milho realizadas por um produtor rural de Primavera do Leste. Conforme as apurações, as transações teriam sido simuladas para obtenção indevida de benefício fiscal, resultando no não recolhimento de ICMS devido ao Estado.Durante a investigação, também foram identificadas ligações entre a empresa apontada como destinatária das mercadorias e um esquema de fraude tributária investigado na Operação Crédito Podre. Com base nos indícios levantados, dois investigados foram indiciados pela suposta prática de crime contra a ordem tributária.Para assegurar o ressarcimento aos cofres públicos, a Defaz requereu o bloqueio de bens e valores e a indisponibilidade de veículos até o montante de R$ 461.899,96. O pedido foi deferido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Rondonópolis, com atuação da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Primavera do Leste.Integração – As decisões reforçam a importância da atuação integrada dos órgãos que compõem o Cira-MT, tanto na apuração de crimes contra a ordem tributária quanto na adoção de medidas destinadas à recuperação de recursos devidos ao Estado.A força-tarefa é formada pelo Ministério Público de Mato Grosso, por meio da 14ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária; pela Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz); pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz); pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE); e pela Controladoria-Geral do Estado (CGE).
Fonte: Ministério Público MT – MT
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