Mato Grosso

Sema realiza ações estratégicas de prevenção e combate a incêndios florestais

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Mato Grosso

Da Redação.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), por meio da gerência do Parque Estadual Serra Azul, executa as ações estratégicas de prevenção e combate a incêndios florestais no parque estadual Serra Azul e na APA Pé da Serra Azul, em Barra do Garças.

As ações que são estabelecidas no Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (PPCIF), vem sendo desenvolvidas desde 2016 até os dias de hoje. A cada ano as ações são aprimoradas para conscientizar a população sobre a importância de preservar o meio ambiente tanto no interior do parque, quanto dentro dele.

O período proibitivo de queimadas na zona rural em Mato Grosso será de 1 de julho e segue até 30 de setembro.

Sobre o Plano

O plano conta com parcerias para a implementação de suas ações no Parque.  Todo o trabalho se estrutura na coleta de informações e realização de monitoramentos ambientais do cotidiano e são intensificados durante o período de seca.

A fiscalização conta também com câmeras e drones que monitoram as áreas de uso público, trabalhos de mídia que ajudam na divulgação de resultados e na propagação da informação, além de reuniões com parceiros do parque.

O termo de cooperação com a prefeitura local, disponibiliza servidores que ajudam em áreas de visitação e manutenção do parque. Dentre as parcerias estão a Policia Militar, Força Aérea Brasileira, Corpo de Bombeiro Militar e o Exercito Brasileiro.

A Brigada do parque é formada por cinco brigadistas, um coordenador operacional (Bombeiro Militar), um chefe de brigada e três funcionários contratados via associação dos amigos dos animais. As ações são realizadas com apoio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público Estadual. 

“Pretendemos, ainda em 2020, intensificar o monitoramento e fiscalização presencial, fazer blitz e campanhas educativas com o uso dos drones e câmeras, seguir o PPCIF e as manutenções do parque, bem como realizar a manutenção das estradas em parceria com a prefeitura municipal de Barra do Garças”, destaca a gerente do Parque Estadual Serra Azul, Cristiane Schnepfleitner.

Foto: SEMA-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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