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“Sem ciúmes”, Kalil aposta na tradição para disputar o Paço Couto Magalhães

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Da Redação.

O secretário de governo de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB) confirmou que é pré-candidato para disputar a próxima eleição municipal na cidade industrial, porém ressaltou que o momento não de fazer política e sim de trabalhar para salvar vidas.

Baracat falou que antes dos Decretos com medidas de prevenção de combate a pandemia do coronavírus, as atividades do partido MDB estavam intensas, levando o nome dele como pré-candidato para várias lideranças do município.

“Nós estávamos indo bem”.

Referente ao apoio do grupo da família Campos nesta disputa, Kalil disse que é muito importante e vai fazer a diferença.

“Membros do DEM estão com ciúmes de Kalil Baracat, com a possibilidade dele ser escolhido para disputar a eleição”.

“Eu não tenho ciúmes de ninguém, sei que sou de outro partido, mas a minha ligação com a família Campos não é apenas um questão de política, são laços familiares que foram construídos ao longo dos anos, é amizade, carinho, respeito e admiração mútua de décadas”, explicou Baracat.

Kalil falou que sabe dos nomes dos pré-candidatos que fazem parte do arco de aliança, que são pessoas que tem potencial, mas quem decide é o povo, a maioria, o grupo.

Para o secretário, o momento não é oportuno para mexer com política, devido a pandemia do coronavírus, que está mudando o cotidiano da sociedade. Kalil ainda falou que antes de falar de política, tem que ver se vai ter eleição neste ano.

Se por um lado Kalil Baracat leva vantagem de ter ligação direta com a família Campos e ser de família tradicional de Várzea Grande, o secretário de governo está sendo duramente criticado, porque não mora em na cidade industrial.

“Hoje, eu apenas não durmo em Várzea Grande, o imóvel é de minha esposa, a minha vida toda é na cidade, nascido e criado, tenho uma história no município, o que eu tenho está aqui”, explicou Baracat.

Kalil aproveitou a oportunidade e pediu aos várzea-grandenses para tomarem os devidos cuidados, utilizando as máscaras, lavando as mãos constantemente, evitar as aglomerações, se possível utilizar do álcool 70% e para quem puder ficar em casa.

“Neste momento o mais importante é proteger a vida das pessoas”.

 

Foto: Câmara VG

  

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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