Economia
Seguro DPVAT não será cobrado em 2021
Economia
Da Redação.
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), vinculado ao Ministério da Economia, aprovou na última terça-feira (29) o prêmio zero para o DPVAT em 2021. Dessa forma não haverá cobrança da taxa do seguro em 2021. O DPVAT é um seguro obrigatório, usado para indenização de vítimas de acidente de trânsito.
Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), não haverá cobrança em 2021 porque o DPVAT tem recursos em caixa suficientes para a operação no próximo ano. Esses recursos são de valores pagos em anos anteriores e que não foram utilizados.
Com a decisão, o seguro continua existindo, mas o motorista não precisará pagar o DPVAT. Em 2020, o DPVAT passou por redução de 68% para carros, passando para R$ 5,23, e de 86% para motos, chegando a R$ 12,30.
Do valor arrecadado pelo pagamento do seguro obrigatório:
- 50% são destinados ao pagamento das indenizações;
- 45% vão para o Ministério da Saúde (pagamento do atendimento médico de vítimas);
- 5% vão para programas de prevenção de acidentes.
O que é o DPVAT?
O seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), instituído por lei desde 1974, cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares (DAMS) por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país.
Vítimas e herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de 3 anos após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800-022-1204.
Foto: Marcos Vergueiro
Economia
Aneel prevê três leilões de transmissão de energia em 2027
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê a realização de três leilões de transmissão de energia no próximo ano. A estimativa foi dada nesta sexta-feira (30) por Ivo Sechi Nazareno, secretário de Leilões da Aneel.

Em entrevista à imprensa logo após participar do último leilão de transmissão de energia de 2026, realizado na manhã desta sexta-feira na B3, Nazareno destacou que os próximos certames poderão superar os R$ 50 bilhões em investimentos.
O primeiro, segundo o diretor da Aneel, deve ser realizado em abril. E no segundo semestre deverão ocorrer os outros dois, um em outubro, envolvendo o novo sistema de transmissão em corrente contínua, com tecnologia VSC (Voltage Source Converter), e outro em dezembro.
“Para o segundo semestre [de 2027], há uma expectativa de duas licitações de transmissão, uma envolvendo o sistema de corrente contínua e tecnologia inédita, VSC. Em detrimento das tecnologias das contratações anteriores que são diferentes, ela é mais complexa, elaborada e mais moderna.
Provavelmente esses contratos que se originarem desse leilão serão os maiores que o Brasil já contratou em transmissão”, explicou Ivo Sechi.
O diretor da Aneel adiantou que os dois leilões do segundo semestre “serão instruídos em conjunto”.
“Vão ser dois leilões instruídos de forma conjunta com provável segregação de atividades, um em outubro, provavelmente o de corrente contínua, e outro em dezembro, que será o de corrente alternada”, disse.
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