BLOQUEIOS

Rodovias em Mato Grosso seguem livres de bloqueios na tarde desta segunda-feira (09)

Gabinete de Gerenciamento de Crise segue monitorando a situação das rodovias

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Mato Grosso

As rodovias federais e estaduais em Mato Grosso seguem sem registros de bloqueios e interdições na tarde desta segunda-feira (09.01). A informação é do Gabinete de Gerenciamento de Crise, formado por representantes das forças de segurança do Estado, que monitora as manifestações.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública, a Polícia Militar, Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal, continuam monitorando e realizando policiamento nas rodovias, a fim de evitar novas interdições e garantir o direito de ir e vir de todos os cidadãos.

Já a ponte sob o Rio Verde, no município de Lucas do Rio Verde, que foi alvo de crime contra o patrimônio público por parte de manifestantes, passa por perícia para, entre outras medidas, avaliar as condições de segurança para a trafegabilidade. A ação é realizada pela Defesa Civil Estadual, Agência Nacional do Transportes Terrestres (ANTT), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e peritos da Polícia Federal e do Corpo de Bombeiros do Estado.

O Gabinete de Crise é composto pela Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Perícia Oficial e Identificação Técnica, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e órgãos de inteligência.

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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