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Quatro suspeitos de tráfico morrem em confronto com o Gefron em Cáceres

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Da Redação 

Em Cáceres ( a 217 km da Capital), quatro homens morreram após confronto com agenstes do Gefron, Defron e a PM do 6° Comando Regional na madrugada deste domingo (27), na região do rio Jauru. Mais de 90kg de entorpecentes foram localizados no local do confronto, o crime organizado teve um prejuízo estimado em  R$ 2 milhões de reais.

De acordo com as informações da ocorrência, a equipe policial realizava patrulhamento rural nas margens do Rio Jauru, em local conhecido por travessia de “mulas humanas”, onde a equipe abordou pessoas armadas carregando mochilas.

No momento em que os policiais abordaram e verbalizaram se identificando como policiais, os suspeitos começaram a desferir disparos contra a Força de Segurança.

Os policiais revidaram e após cessar o confronto armado, os policiais fizeram varredura de segurança no local, onde encontraram quatro suspeitos caídos ao solo e alvejados, cada um portando arma curta e mochila.

No interior das mochilas, os policiais encontraram substâncias aparentando ser pasta base de cocaína e alimentos.

Foi solicitado apoio policial no local. Os suspeitos foram encaminhados para o pronto socorro mais próximo, porém não resistiram aos ferimentos e vieram a óbito.

No local, foram encontradas quatro mochilas contendo um total aproximado de 90kg de pasta base de cocaína, 3,2kg de cloridrato de cocaína e 5kg de ácido bórico;  quatro armas de porte municiadas, sendo 01 pistola 9mm, 01 pistola .22, e 02 revólveres .38;

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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