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Quase 5 mil credenciados ao Detran-MT deverão ser isentos do pagamento das taxas de 2021

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O benefício deverá valer após sanção do Governo do Estado

Da Redação

Assim como no ano de 2020, os profissionais credenciados junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) deverão ficar isentos do pagamento das taxas de credenciamento cobradas pela Autarquia para o exercício 2021.

Em 2020, sensível a situação econômica de muitas pessoas em razão da pandemia da Covid-19, o Detran-MT solicitou ao Governo do Estado a isenção do pagamento das taxas de 2020 cobradas dos profissionais e entidades credenciadas junto ao Detran-MT, e foi prontamente atendido.

Com a continuação da pandemia em 2021, o Detran-MT solicitou novamente ao Governo do Estado a isenção do pagamento das taxas referentes ao ano de 2021 dos credenciados pela Autarquia.  

“Encaminhamos essa demanda este ano para a Secretaria de Segurança Pública com a anuência da Casa Civil, do governador Mauro Mendes e depois foi encaminhada para a Assembleia Legislativa, que aprovou na sessão plenária de ontem”, destacou o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos.   

O benefício deverá valer após sanção do Governo do Estado. A medida beneficiará quase 5 mil credenciados entre psicólogos, autoescolas, despachantes, empresas de vistoria, clínicas médicas, estampadores de placas, entre outros, que pagam as taxas previstas na Lei 11.070, de 23 de dezembro de 2019, que dispõe sobre a criação, readequação, reajuste e a exclusão de taxas cobradas pelo Detran-MT.

Licenciamento

Em fevereiro deste ano, o Detran-MT, sensível às dificuldades financeiras enfrentadas por muitos proprietários de veículos, solicitou ao Governado do Estado a prorrogação do calendário de pagamento do Licenciamento anual de veículos em Mato Grosso, e foi prontamente atendido.

Desta forma, para o ano de 2021, o licenciamento está com os seguintes vencimentos: placas finais 1, 2, 3 e 4 o pagamento deverá ser em julho; finais 5, 6 e 7 vencerá em agosto; placas finais 8 e 9 o vencimento será em setembro e placa final 0, o pagamento será em outubro.

De acordo com o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, a medida vai ajudar muitos proprietários de veículos que terão um fôlego a mais para manter a documentação do veículo em dia.

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Dólar cai a R$ 4,98 e acumula perda de 4,44% na semana

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O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (9), abaixo de R$ 5 pela segunda sessão consecutiva, enquanto a Bolsa brasileira renovou recordes históricos. A moeda estadunidense recuou cerca de 0,8% no dia e acumulou baixa de mais de 4% na semana pós-primeiro turno.

A bolsa avançou aproximadamente 1,4% no pregão e encerrou acima dos 209 mil pontos. No mercado internacional, o petróleo Brent subiu e permaneceu acima de US$ 100 por barril.

Números do dia:

  • Dólar comercial: R$ 4,985 (-0,78%);
  • Dólar na semana: recuo de 4,44%;
  • Ibovespa: 209.066,90 pontos (+1,38%);
  • Ibovespa na semana: avanço de 8,82%;
  • Petróleo Brent: US$ 104,72 por barril (+0,42%);
  • Petróleo WTI: US$ 91,85 por barril (+0,39%).
  • Dólar abaixo de R$ 5

O dólar comercial à vista encerrou a sessão desta sexta-feira em queda de 0,78%, cotado a R$ 4,985. Por volta das 13h, a moeda chegou à mínima de R$ 4,977.

Na primeira semana após o primeiro turno das eleições, a divisa acumulou desvalorização de 4,44% frente ao real. No ano, a queda chega a 9,18%.

O movimento ocorreu em meio à valorização de moedas de países emergentes e às expectativas dos investidores em relação ao cenário político brasileiro após a divulgação de pesquisas eleitorais.

O mercado também acompanhou a divulgação da inflação oficial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,82% em setembro. Em 12 meses, a inflação acumulou alta de 4,58%.

No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana diante de uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,08%, segundo uma das cotações divulgadas durante a tarde.

Bolsa bate recorde

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançou 1,38% nesta sexta-feira e fechou aos 209.066,90 pontos, novo recorde de encerramento. Durante o pregão, o indicador também atingiu a máxima histórica de 209.713,45 pontos.

Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 8,82%. O desempenho foi impulsionado pelo fluxo de investimentos para ações brasileiras e pelas expectativas em torno do cenário eleitoral e da política econômica a partir de 2027.

As bolsas de Nova York também fecharam em alta. O índice S&P 500, das 500 maiores empresas estadunidenses, avançou 0,60%, em uma sessão marcada pela expectativa com a temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre e pela atenção dos investidores aos próximos dados de inflação.

Petróleo sobe

Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, com os investidores acompanhando os riscos de interrupção da oferta, as tensões no Oriente Médio e os efeitos de condições climáticas adversas sobre a produção norte-americana.

O barril do tipo Brent para dezembro, referência para as negociações internacionais, avançou 0,42% e encerrou a sessão a US$ 104,72.

O petróleo WTI para novembro, do Texas, subiu 0,39%, para US$ 91,85 por barril.

Na semana, o Brent acumulou valorização de 2,41%. O WTI avançou 0,81%.

Os preços foram sustentados pelas preocupações com a oferta global, em meio ao conflito no Oriente Médio e a relatos de incidentes em rotas estratégicas para o transporte de petróleo. Nos Estados Unidos, a passagem do furacão Isaias também levou produtores a interromper parte da extração no Golfo do México, aumentando as preocupações com o abastecimento.

* com informações da Reuters



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