Mato Grosso
Promotor pede que elefanta seja retirada de santuário em Chapada e levada de volta para SP
Mato Grosso
Da Redação
Em solo chapadense há pouco mais de três meses, a elefanta Bambi pode ser levada de volta para o Bosque Zoológico Fábio Barreto, em Ribeirão Preto (SP), onde estava até setembro, quando a Justiça paulista autorizou sua vinda para o Santuário dos Elefantes Brasil (SEB). Pelo menos foi o que pediu o promotor de Justiça Wanderley Trindade, do Ministério Público de São Paulo (MPSP).
De acordo com o site A Cidade On, de Ribeirão Preto, o promotor já havia se manifestado contra a transferência de Bambi, alegando que a elefanta estava sendo bem tratada no zoológico e que já fazia parte do patrimônio público da cidade.
Além disso, Wanderley declarou que a direção do local vinha promovendo as adequações para a permanência do animal, seguindo as recomendações da Associação de Aquários e Zoológicos do Brasil, da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo e do Conselho Regional de Medicina Veterinária. O pedido será analisado pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto, onde corre o processo.
Campanha
A ONG Olhar Animal iniciou um movimento nacional chamado “Bambi fica na manada”, para que a elefanta não seja devolvida para o zoológico de Ribeirão Preto. Pede apoio de outras organizações não governamentais para a assinatura de uma petição judicial a ser encaminhada ao juiz paulista.
A organização ressalta que no início do processo, o zoológico e o promotor argumentaram que a vinda de Bambi para Chapada seria um risco, já que a elefanta tem 58 anos e é cega de um olho. “Absolutamente nada de anormal ocorreu durante
os dois dias de viagem até o Santuário. Tudo aconteceu como o planejado pela bem preparada equipe do SEB e há meses a elefanta está se recuperando de problemas causados pelo confinamento em zoológicos e por sua vida compulsoriamente
errante e sofrida em circos. Está muito feliz pelos cuidados inéditos que recebe e pela convivência com outros animais da sua espécie”.
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
-
Polícia2 dias atrásPrefeita e secretária acompanham obras de reforma e ampliação de CMEI no Cristo Rei
-
Cidades6 dias atrásEspaço de Acolhimento à Mulher do HMC garante sigilo e amparo às vítimas de violência
-
Política1 dia atrásEquipe da ALMT visita veículos de comunicação para incentivar inscrições ao Troféu Parlamento
-
Política2 dias atrásZé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
-
Polícia6 dias atrásIdosos vivenciam manhã de lazer e integração no Parque Bernardo Berneck
-
Política2 dias atrásGuarda Municipal de Várzea Grande é a primeira de MT a operar sistema nacional de segurança
-
Cidades2 dias atrásPrefeitura de Cuiabá celebra Dia do Servidor com missa e anuncia celebrações mensais
-
Cidades6 dias atrásFrota de ônibus opera normalmente com tarifa zero em Cuiabá


Você precisa estar logado para postar um comentário Login