Mato Grosso

Projeto Hortas Escolares será mantido em 2026 na rede estadual

Publicado em

Mato Grosso


O Projeto Hortas Escolares Pedagógicas terá continuidade no ano letivo de 2026 nas escolas da rede estadual de ensino. A iniciativa é desenvolvida pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT) e mantém o foco na implantação, ampliação e manutenção de hortas como espaços educativos e de formação cidadã.

Somente nos anos de 2024 e 2025, o projeto contemplou 600 escolas. Em ambos os anos, o Governo do Estado investiu R$ 3 milhões, garantindo recursos para fortalecer as práticas pedagógicas ligadas à educação ambiental, sustentabilidade e segurança alimentar.

Para 2026, a proposta prevê novamente o atendimento de 300 escolas da rede estadual, que receberão financiamento para o desenvolvimento das hortas pedagógicas. Os recursos são destinados à aquisição de ferramentas, sementes e insumos necessários à produção de alimentos e ervas medicinais, de forma orgânica, inovadora e sustentável.

Mais do que incentivar o cultivo de alimentos, o projeto integra teoria e prática no ambiente escolar, estimulando o protagonismo juvenil, a reflexão sobre os processos produtivos, o cuidado com o meio ambiente e a valorização dos saberes locais, além de contribuir para a formação integral dos estudantes.

Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, as hortas escolares desempenham papel estratégico no processo de ensino-aprendizagem. “A horta escolar é uma ferramenta pedagógica importante para consolidar e aprofundar a formação integral dos estudantes, ampliando habilidades e competências que favorecem a autonomia, a construção do projeto de vida e a qualificação para o mercado de trabalho”, afirmou.

O secretário também destacou que o projeto contribui para o empreendedorismo, o cooperativismo e a melhoria da qualidade nutricional da alimentação escolar, além de aproximar os estudantes da realidade da agricultura familiar.

Além de abastecer a alimentação escolar, o excedente da produção pode ser destinado à comunidade estudantil, beneficiando especialmente alunos em situação de vulnerabilidade social e incentivando hábitos alimentares mais saudáveis.

Fonte: Governo MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Mato Grosso

Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

Publicados

em


O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA