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Presidente Fabinho agradece Jayme, Kalil e Botelho pela “nova” Câmara

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Mato Grosso

Da Redação

Num pronunciamento contundente, o presidente da Câmara de Várzea Grande, Fábio Tardin (DEM), agradeceu nominalmente ao senador Jayme Campos, prefeito Kalil Baracat (VG) e ao deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) pelo apoio financeiro prestado oficialmente à construção da nova sede do Legislativo várzea-grandense.

“É preciso destacar o empenho dessas lideranças políticas tão destacadas em Mato Grosso, que realmente têm sensibilidade para compreender situações que precisam de solução imediata. É assim que têm conseguido atender demandas distintas, seja no âmbito social e estrutural. Graças a eles, em breve teremos uma sede parlamentar condizente com a importância de qualquer instituição do gênero. Afinal, VG é a segunda maior cidade do Estado, e uma sede legislativa à altura do seu porte não é nenhum luxo, é necessidade”.

O presidente Fabinho explicou que o auxílio financeiro de Jayme, Kalil e Botelho, via repasses oficiais, já é suficiente para concluir o projeto da nova Casa de Leis do município várzea-grandense. “O senador Jayme Campos aportou recursos federais da ordem de R$ 2 milhões. Valor idêntico também foi disponibilizado pelo prefeito Kalil para que VG tenha sua sonhada sede Legislativa, prédio que deve encampar estrutura moderna”. Outros R$ 2 milhões foram assegurados por emenda parlamentar de autoria do deputado Eduardo Botelho, citou. “Então, se o projeto vai sair da teoria para a prática, como todos desejamos, devemos agradecer a esses três”.

Segundo analisou, há tempos Várzea Grande necessita de uma nova sede Legislativa, em decorrência da estrutura precária da antiga, quase funcionando na base do improviso. O projeto de construção de uma nova Câmara vinha sendo postergado por falta de condições financeiras, admitiu.

“Mas, no desempenho de titular da presidência, pude sanar gradualmente as contas, e fazer com que nossa contrapartida estivesse disponível para se somar à ajuda externa, dessas emendas parlamentares e auxílio da própria Prefeitura, nesse projeto. Acredito, enfim, que nosso investimento será da mesma ordem, de R$ 2 milhões. Isso só é possível por termos restabelecido a “saúde financeira” do Parlamento. O próximo passo, que considero avanço expressivo, inclui a majoração salarial dos servidores. Os valores pagos atualmente são vergonhosos, sim, é preciso reconhecer. Houve tempo, há uns 24 anos, em que o salário de um chefe de gabinete chegava próximo dos 11 mínimos; hoje, mal ultrapassa um salário. Isso precisa ser mudado”.

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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