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Prefeitura suspende eventos de grandes aglomerações nos parques municipais

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Da Redação

A Prefeitura de Cuiabá suspendeu, por tempo indeterminado, a realização de eventos com público superior a 100 pessoas nos parques municiais. A medida atende as determinações do decreto nº 7.839/2020, assinado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, que segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A iniciativa tem como objetivo e evitar a aglomeração de pessoas, ainda que em espaços abertos.

No total, o Município é responsável por quatro parques, sendo eles o Parque das Águas, Parque Tia Nair, Parque da Família e Parque da Nascente – Yone de Azevedo Campos. Conforme monitoramento da Secretaria de Serviços Urbanos, que atua diretamente na administração e manutenção dos espaços, ao longo desta semana houve uma redução espontânea na circulação de pessoas.

“Agradecemos a população que compreendeu este momento e está nos ajudando nesse enfrentamento ao Covid-19. O cidadão gosta de praticar atividades físicas e utilizam os parques para isso. No entanto, esse é um período em que todo cuidado é pouco. Estamos contentes em ver que a grande maioria está engajada e, de forma natural, optou por alterar sua rotina”, comenta o prefeito Emanuel Pinheiro.

Desde a segunda-feira (16), a Prefeitura de Cuiabá vem adotando uma série de medidas temporárias e emergenciais como forma de prevenção ao contágio do novo coronavíru. As ações são debatidas e criadas por meio do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, que também foi implantado a partir da assinatura do decreto nº 7.839/2020. Na manhã desta sexta-feira (20), novas providências foram deliberadas pelo comitê.

“Estamos tomando várias medidas e muitas delas me cortam o coração. Mas, como gestor de uma cidade com mais de 600 mil habitantes, temos uma responsabilidade maior com o bem social e a saúde da população. Por isso, precisamos seguir focados nesse trabalho e, aquilo que for necessário implantar como forma de proteção das pessoas, nós vamos fazer”, avalia o prefeito.

Foto: Prefeitura CBA

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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