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Prefeito e primeira-dama lançam nesta quinta (22) o projeto Incluiabá – Inclusão, respeito e oportunidade para todos

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A iniciativa pioneira da Prefeitura de Cuiabá tem por objetivo oportunizar o acesso de grupos minoritários ao mercado de trabalho

O prefeito Emanuel Pinheiro e a primeira-dama Márcia Pinheiro lançam nesta quinta-feira (22), às 14h, no auditório do Palácio Alencastro, o projeto Incluiabá – Inclusão, respeito e oportunidade para todos. A iniciativa pioneira da Prefeitura de Cuiabá tem por objetivo oportunizar o acesso de grupos minoritários ao mercado de trabalho.

“Essa iniciativa vem de encontro a uma das diretrizes da nossa administração que é ofertar acolhimento para toda população. Nesse momento de pandemia da COVID-19, as dificuldades de acesso ao trabalho para essas pessoas são ainda maiores. Por isso, essa ação é considerada essencial para fomentar a geração de emprego e renda”, disse o prefeito de Cuiabá.

Nessa primeira fase, foram contratadas dezesseis pessoas pertencentes a grupos sociais que, de alguma maneira, são excluídas por questões relativas à classe social, gênero, origem étnica ou algum tipo de deficiência. Foram priorizados indígenas, cadeirantes, transexuais, negros, dentre outros.

As contratações continuam para além da lotação dessas pessoas na estrutura do Gabinete do Prefeito e nas Secretarias localizadas no Palácio Alencastro. Os novos trabalhadores também irão atuar nas demais Pastas do Município e em diversos setores.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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