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Prazo para inscrição no prêmio Eficiência e Inovação em Práticas Pública acaba nesta quarta-feira (26)

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT) informa o prazo para fazer inscrição para a segunda edição do Prêmio Eficiência e Inovação em Práticas Públicas acaba na próxima quarta-feira (26.2), às 23h59. Os vencedores receberão premiação em dinheiro, passagens aéreas e o selo “Servidor Eficiente e Inovador em Práticas Públicas”.

Podem participar servidores públicos civis e militares do Poder Executivo estadual, sejam eles efetivos, exclusivamente comissionados, contratados ou empregados públicos. As equipes devem ser compostas por no mínimo dois e no máximo cinco integrantes.

A prática pública inscrita precisa ter sido implementada de janeiro de 2023 a dezembro de 2024. As inscrições devem ser realizadas numa das categorias: Transformação Digital, Redução de Custos ou Melhoria da Receita, Satisfação do Cidadão e Melhoria da Gestão Pública.

A seleção e avaliação dessas ações ocorrerão no percurso de quatro etapas: análise de um resumo executivo, avaliação detalhada do projeto, entrevista com a equipe e, por fim, uma defesa oral da iniciativa.

Os interessados devem consultar o edital e materiais de apoio, como o Guia de Orientação e a seção de Perguntas Frequentes, disponíveis neste link.

Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato pelo e-mail [email protected].

Fonte: Governo MT – MT



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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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