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Polícia Militar foi acionada para conter suposto abuso de poder de Misael

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Da Redação

Durante a sessão realizada na manhã desta sexta-feira, 06.03.2020, na Câmara Municipal de Cuiabá, para votar a cassação do Vereador Abílio Júnior (PSC) foi constatado pelo próprio parlamentar, o suposto abuso de poder cometido pelo vereador e presidente da Câmara, Misael Galvão (PTB), o resultou no acionamento da Polícia Militar.

“Abuso de poder é crime”.

De acordo com Abílio, o presidente da Casa Misael Galvão não está seguindo as normas do Regimento Interno da Casa, como também, teria realizado a elaboração de ritos para serem seguidos nesta sessão, que não compactuam com a leis da Casa.

Neste caso, Abílio se sentindo prejudicado pela forma como está sendo conduzida a sessão, para votar a sua cassação, acionou a Polícia Militar, para deter as condutas do presidente da Casa, Misael Galvão.

O deputado estadual Elizeu Nascimentos (DC) que está na Câmara Municipal, participando da sessão, em apoio ao vereador Abílio, disse que como policial militar, o correto é encaminhar o denunciado Misael Galvão e o denunciante Abílio Júnior até a Delegacia de Polícia Civil para prestarem esclarecimentos.

Para os vereadores de oposição a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro, quem está assistindo a sessão realizada para votar a cassação do vereador Abílio, fica nítido que o atropelamento das normas está ocorrendo.

“Antes mesmo da sessão começar a base do prefeito Emanuel Pinheiro já tinha cassado o vereador Abílio”.

A população, como também a imprensa, funcionários e vereadores estão aguardando a Polícia Militar para ver o desfecho desta sessão.

A equipe de reportagem do Portal www.omatogrosso.com.br, está acompanhando ao vivo a sessão e volta há qualquer momento, como maiores informações.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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