Mato Grosso

Polícia Federal: Um já foi, faltam outros quatro conselheiros afastados

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação.

Assim como já era esperado, a Polícia Federal começou a prender os cinco conselheiros afastados do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, o primeiro foi Waldir Júlio Teis, na manhã desta quarta-feira, 01 de julho.

Nesta primeira prisão, Waldir Júlio Teis é acusado de tentativa de obstrução a Justiça, quando tentou esconder ou se livrar de cheques com valores milionários, durante a Operação Gerion da Polícia Federal.

Waldir Júlio Teis é apenas um dos cinco conselheiros afastados do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, que está sendo investigado por diversas atividades que caracterizam ato de corrupção, por desvio de recurso público.

Segundo informações de bastidores, a prisão de Waldir Júlio Teis poderá esclarecer indícios de irregularidades praticadas por aqueles que são apontados como os cabeças do esquema, o também conselheiro afastado Antônio Joaquim, juntamente com o empresário Jandir Millan.

O conselheiro afastado Antônio Joaquim tem o nome envolvido em várias denúncias de corrupção, protocoladas no Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado e Polícia Federal.

As denúncias realizadas pelos jornalistas Laerte Lannes, Pedro Ribeiro e Claudio Natal está desencadeando em ações da Justiça que vai desde o afastamento dos cargos, investigações, Operações da Polícia Federal, resultado até em prisões.

De acordo com informações de bastidores, a iminência da prisão dos conselheiros afastados já está gerando resultados, que vai desde a busca por cardiologistas até a elaboração de delação premiada, relatando e comprovando como funcionavam os esquemas de desvio de dinheiro, dentro e fora do Tribunal de Contas.

Assim, conforme relatos de bastidores, tanto o empresário Jandir Millan, quanto os servidores Jocimauro Bento do Carmo e Olavo Lage, já estariam elaborando as suas delações, com objetivo de se livrarem de dias na cadeia.

Foto: Ilustração.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
1 comentário

1 comentário

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

Publicados

em


O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA