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Para Jayme Campos aprovação de facilidade ao credito rural vai fomentar a agricultura familiar de Mato Grosso

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Da Redação

O senador por Mato Grosso, Jayme Verissimo de Campos (DEM), trabalha na contra mão dos barões do agronegócio, buscando viabilizar recursos para o pequeno produtor e trabalhadores da agricultura familiar, com objetivo de fomentar o mercado e distribuir riquezas.

Enquanto os Barões do Agro manipulam para conseguir benefícios singulares, com artimanhas que beneficiam no máximo um grupo, tentando monopolizar o mercado, o senador Jayme Campos comemorou a aprovação da Medida Provisória do Crédito Rural (MP 897/2019) que moderniza e facilita o acesso ao crédito por produtores rurais.

O senador Jayme disse que esta medida é muito importante para Mato Grosso, porque é um estado que possui uma parcela significativa da sua produção, oriunda da agricultura familiar, dos pequenos produtores, que necessitam e merecem um sistema sem burocracia, capaz de incentivar a produção.

“Esta proposta tem o espírito liberal e empreendedor, priorizando a competitividade e facilitando a vida do trabalhador. A ideia agora é reduzir custos aliviando o peso do estado, baixando os juros, dando segurança jurídica e racionalizando o sistema”, ressaltou o senador.

Em um período em que a população de Mato Grosso, está comemorando a decisão correta tomada pelo Governo do Estado, em tirar de tramitação o “Projeto Cota Zero”, que tinha com objetivo de proibir o transporte e comercialização do pescado oriundo dos rios do estado, que nitidamente só iria beneficiar os grandes produtores de peixe, neutralizando uma progressão de monopólio na produção, Jayme Campos mostrou que o pequeno produtor ainda tem mais motivos para comemorar, com a aprovação desta medida que vai beneficiar os menos favorecidos.

“Temos que valorizar cada vez mais as pessoas que trabalham do campo”.

As mudanças da Medida Provisória:

1 – A lei agora permite a união de dois produtores no mínimo, com o objetivo de renegociar dívidas com bancos, com menos burocracia e mais segurança jurídica.

2 – O produtor também poderá fracionar a terra para dar como garantir em financiamentos bancários.

3 – Bancos privados poderão operar crédito rural, o que só era permitido a bancos públicos até agora.

4 – Autoriza a União a conceder, por meio do BNDES, até R$ 10 milhões por ano em subsídios para diminuir a taxa de juros em financiamentos de construção de silos e compra de equipamentos para armazéns.

De acordo com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), 70% dos alimentos consumidos pelas famílias do estado são produzidos pela agricultura familiar.

“Frutas, verduras, legumes, peixes, leite, queijo, farinha, frango caipira, são produzidos pela agricultura familiar”.

Mesmo com a economia do estado baseada na produção das grandes fazendas do agronegócio, quem fornece comida na mesa do povo de Mato Grosso é a agricultura familiar, que hoje é representado por cerca de 70 mil trabalhadores, distribuídos nos 141 municípios de Mato Grosso.

Para alguns produtores da baixada Cuiabá, região onde as grandes produções de soja e milhão ainda não são predominantes, e prevalece a agricultura familiar, a aprovação desta medida provisória vai proporcionar condições para o trabalhador do campo produzir mais, com melhor qualidade, beneficiando ainda mais o consumidor final.

Foto: Senado

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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