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Operação Lei Seca prende sete pessoas e remove 16 veículos

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A ação ocorreu na rodovia MT-040, Km 06, no bairro Real Parque, em Cuiabá

Durante operação Lei Seca, seis pessoas foram presas por dirigirem sob efeito de álcool, e uma com um mandado de prisão em aberto. A ação ocorreu neste domingo (09.05), na MT-040, Km 06, no bairro Real Parque, em Cuiabá. Em pouco mais de duas horas de operação, foram feitos 74 testes de alcoolemia (bafômetro).

A operação também removeu 13 veículos e recolheu nove Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e dois Cerificados de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLVS).

Entre os demais Autos de Infração de Trânsito (AIT’s), 13 foram por conduzir veículo sem estar licenciado, nove por conduzir veículo sob efeito de álcool e outros seis por outras infrações. No total, foram lavrados 37 AIT’s.

A Operação Lei Seca é realizada de forma integrada e coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI-E) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Nesta edição, participaram representantes das Polícias Militar (PM), Civil (PJC) e Rodoviária Federal (PRF), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob), e o Serviço de Operações Especializadas (SOE) do Sistema Penitenciário.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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