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Novo Renault Zoe E-Tech: o prazer da mobilidade 100% elétrica

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  • Design marcante conferindo ainda mais personalidade
  • Prazer ao dirigir e autonomia de 385 quilômetros (WLTP), potência de 135 cv e 25 kgfm de torque 
  • Easy life com conectividade para facilitar a vida a bordo 
  • Opção de recarga rápida com corrente contínua (DC) com até 157 km de autonomia em 30 minutos
  • Veículo elétrico mais vendido na Europa em 2020
  • Disponível no Renault On Demand, o serviço de aluguel de longa duração da Renault 
  • Parceria com WEG e EDP para instalação de carregadores elétricos 

O Renault Zoe foi o pioneiro na Europa e se tornou o carro elétrico mais vendido no mercado europeu. Agora, na terceira geração, o novo Zoe E-Tech assume uma dimensão mais ampla em matéria de versatilidade, qualidade e tecnologias. O modelo começa a ser vendido no Brasil em duas versões de acabamento: Zen (R$ 204.990) e Intense (R$ 219.990). 

“Em um mercado elétrico em forte crescimento, a Renault confirmou sua liderança na Europa, com alta de 101,4% em comparação com 2019, ou seja, dobramos nossas vendas de veículos elétricos. O Zoe é o carro 100% elétrico campeão de vendas na Europa, com mais de 100 mil unidades vendidas no ano passado, e líder nos principais mercados como a França, que é a nossa casa, mas também na Alemanha, que é outro importante e disputado mercado. O novo Zoe E-Tech é um veículo que chega para fortalecer a nossa liderança na venda de veículos elétricos, também aqui no Brasil”, afirma Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil. 

A evolução é percebida desde o primeiro olhar. Do lado de fora, o novo Zoe  E-Tech afirma sua personalidade sem renunciar à sua agilidade característica. Do lado de dentro, a revolução fica evidente, com o cockpit e o painel de instrumentos totalmente redesenhados, proporcionando maior conforto.

Tecnicamente, o novo Zoe E-Tech oferece ainda mais liberdade. A bateria de 52 kWh faz sua autonomia chegar a 385 quilômetros, com ainda mais opções de recarga, graças à introdução do sistema de carga em corrente contínua (DC). O modelo também proporciona um prazer superior ao dirigir, graças à motorização mais performante, com 135 cv de potência e 25 kgfm de torque, que permitem ao condutor aproveitar a aceleração instantânea e suave.

A arquitetura elétrica foi totalmente repensada para receber o quadro de instrumentos digital de série. A iluminação agora é full LED em todas as versões, oferecendo assim uma luminosidade 75% mais potente em comparação com as lâmpadas halógenas, com um consumo energético mínimo. 

O novo Zoe E-Tech 100% elétrico não gera logicamente nenhuma emissão na utilização**. Mas a redução de seu impacto no meio ambiente não para por aí. Entre outros diferenciais, ela integra materiais sintéticos 100% provenientes da reciclagem, inclusive nas partes visíveis do interior, como os revestimentos, criados de acordo com o conceito da economia circular, e as peças em polipropileno reciclado.

Pioneira e líder da mobilidade elétrica na Europa, a Renault adquiriu um conhecimento único a respeito das necessidades e expectativas associadas a este mercado em pleno desenvolvimento. E o novo Zoe E-Tech é a comprovação disso.

O Zoe chegou às ruas europeias em 2012 e, desde então, a Renault se consolidou como pioneira e líder em mobilidade elétrica, alavancada principalmente pelo sucesso de seu principal modelo. As vendas do Zoe crescem continuamente desde o lançamento e suas vendas acumuladas fazem dele o veículo elétrico mais presente nas ruas europeias. São mais de 270 mil unidades vendidas desde 2012. Ele é o número um em vendas na Alemanha e na França. 

O Zoe foi lançado no Brasil para o consumidor final no Salão do Automóvel de 2018 de forma inovadora, sendo vendido também pelo site eletricos.renault.com.br e retirado nas concessionárias homologadas. Além da opção de aquisição online, o novo Zoe E-Tech está à venda em 16 concessionárias de 12 cidades (São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Divinópolis, Curitiba, São José dos Pinhais, Porto Alegre, Chapecó, Fortaleza, Recife e Brasília). Desde 2013, o elétrico mais vendido da Europa já estava disponível no mercado brasileiro, mas somente para empresas envolvidas em projetos de mobilidade sustentável, como Itaipu, CPFL, Beep Beep, entre outras.   

O novo Zoe E-Tech também passa a fazer parte do catálogo de produtos do Renault On Demand, o serviço de assinatura da marca lançado em janeiro e que faz parte da estratégia de mobilidade urbana e compartilhada Mobilize. 

A Renault firmou uma parceria com duas empresas líderes no setor elétrico no Brasil, a WEG e a EDP. Assim, os clientes da Renault, sejam empresas ou consumidores finais, contam com um serviço completo para a aquisição e instalação de carregadores elétricos. 

** Zero emissão na utilização: nem emissões de CO2 e nem poluentes atmosféricos regulamentados durante a condução, de acordo com o ciclo de homologação WLTP, com exceção das peças de desgaste.

Know-how “made in France”

Berço histórico do Grupo Renault, a França concentra atualmente a parte essencial das atividades de pesquisa, engenharia e produção de seus veículos elétricos. Concebido e fabricado na França, o novo Zoe E-Tech se beneficia do know-how constantemente renovado das principais atividades do Grupo.

O novo Renault Zoe foi criado pelas equipes do Technocentre da Renault. Localizado em Guyancourt, nos arredores de Paris, o centro de tecnologia reúne todas as competências necessárias à criação de um veículo elétrico: design, pesquisa & desenvolvimento, engenharia, arquitetura da bateria, aprimoramento do motor etc.

Desde 2012 o Zoe é produzido na fábrica de Flins (região de Yvelines, área metropolitana de Paris). Na época, a planta ampliou o escopo de suas competências ao realizar, por exemplo, a montagem dos elementos que compõem a bateria. 

Há 60 anos, a fábrica de Cléon (região de Seine Maritime, noroeste de Paris) representa a expertise do Grupo Renault em matéria de motores e transmissões.Convertida à produção de motorizações elétricas desde o lançamento do primeiro motor elétrico do Grupo, em 2014, ela produz os principais componentes do grupo motopropulsor elétrico que dá vida ao novo Zoe E-Tech, a começar por seu motor síncrono com rotor bobinado.

A nova geração do Zoe se beneficia de uma plataforma concebida especificamente para receber a bateria de um carro elétrico. O cárter que permite esta integração é produzido na fábrica da Renault em Le Mans (região de Sarthe, a oeste de Paris), assim como os eixos dianteiro e traseiro do veículo. 

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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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