Mato Grosso
Mulher assalta e esfaqueia uma das vitimas em Confresa
Mato Grosso
Da Redação
Uma mulher armada com uma arma branca na mão, que nome não teve nome revelado, foi presa após assaltar uma jovem de 23 anos no meio da Praça do Comilão, sob ameaça de morte, no Centro de Confresa (1160 km da Capital).
A acusada ainda foi apontada como autora de uma tentativa de homicídio contra um homem que está internado no Hospital Municipal.
De acordo com a ocorrência, a jovem acionou a Polícia Militar (PM) logo após ter o celular roubado pela ladra. A vítima relatou aos militares que passava pela praça quando foi abordada pela mulher, que tinha uma faca nas mãos, que chegou dizendo “passa o celular se não vou matar você”.
Por medo de perder a vida, a jovem entregou o aparelho.
Durante buscas, os militares encontraram a acusada, que segundo relato da vítima, tinha cabelo vermelho, trajava uma camiseta do Flamengo e short jeans, ainda na praça. Essa foi presa em flagrante, ainda em posse da arma e do celular da vítima, e encaminhada ao Núcleo da PM para o registro da ocorrência.
Durante os procedimentos para a prisão da assaltante, a guarnição militar recebeu informação de que no hospital havia dado entrada um homem, vítima de uma facada na barriga.
Os policiais se deslocaram à unidade de saúde, onde conseguiram falar com o paciente e este relatou que foi ferido por uma mulher, com as mesmas características da acusada já presa, tanto no detalhamento físico, quando na roupa que a criminosa trajava, além da arma usada nos dois crimes.
Os militares voltaram à base da PM, onde retificaram o registro do boletim de ocorrência e além do crime de assalto à mão armada, incluíram tentativa de homicídio.
A acusada foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, onde foi ouvida pelo delegado de plantão, presa em flagrante e colocada à disposição da Justiça.
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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