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MTPrev suspende atendimentos presenciais a partir de hoje (20)

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Da Redação

O Mato Grosso Previdência (MT Prev) informa que o atendimento presencial no órgão será suspenso a partir desta sexta-feira (20), como forma de prevenção e combate à propagação do novo coronavírus, seguindo decreto emitido pelo Governo do Estado de Mato Grosso.

O MT Prev conta com a compreensão de todos os aposentados, pensionistas e demais cidadãos, e reforça que todas as medidas adotadas buscam evitar aglomerações de pessoas e preservar a saúde dos servidores, beneficiários e população em geral.

Os atendimentos serão realizados pelos canais do portal do servidor, e-mails e telefones.

O MT Prev orienta que os beneficiários utilizem o Portal de Servidor para emissão de holerite e cédula C, bem como o sistema de protocolo para verificar o andamento de processos:

– Holerite (Portal do Servidor

– Cédula C (Portal do Servidor)

– Informações sobre andamento de processos

No site do MT Prev ( www.mtprev.mt.gov.br ) o usuário também encontra instruções de como requerer os serviços abaixo por e-mail, sem a necessidade de comparecimento ao órgão:

–  Certidão e Declaração de Tempo de Contribuição

– Cópia de processo

– Alteração cadastral

– Comunicação de óbito de inativos

E-mails

Dúvidas sobre cédula : cedulac@seplag.mt.gov.br

Solicitação de Certidão de Vínculo Previdenciário para isenção de IPTU: isencaoiptu@mtprev.mt.gov.br

Demais informações e solicitações: atendimento@mtprev.mt.gov.br

– Central Telefônica : 65 3363-5300

Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

 

Foto : GOV MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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