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Médico e deputado, Lúdio Cabral atende pacientes a distância e faz orientações sobre coronavírus

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Da Redação

O médico e deputado estadual, Lúdio Cabral (PT), passou a fazer atendimentos através de whatsapp para a população. De acordo com o parlamentar, o objetivo da ação é orientar a população sobre os sintomas para que assim as pessoas procurem atendimento médico apenas no momento certo.

Lúdio passou a atender a distância neste domingo (22) e desde então, procura conciliar seu tempo entre a medicina e seu mandato de deputado.

“Como médico sanitarista decidir realizar esses atendimentos e orientações desde domingo (22). E estou procurando conciliar o meu tempo de médico e parlamentar, já que o Legislativo não pode parar”, afirmou.

O parlamentar ainda disse que vem conversando com prefeitos de várias cidades do Estado, desta forma é possível saber as demandas dos municípios, principalmente do interior.

Veja o comunicado do deputado na íntegra:

“Oi pessoal! A partir de amanhã, segunda-feira (23/03), em respeito às normas do Conselho Federal de Medicina, em caráter excepcional e enquanto durar a pandemia do coronavírus, realizarei orientação médica à distância sobre os sintomas e, especialmente, sobre quando as pessoas em isolamento social devem buscar atendimento presencial no sistema de saúde. Farei isso ao longo do dia por meio do meu WhatsApp, (65) 99983-2374, é só entrar em contato comigo por mensagem de texto, áudio ou vídeo.”

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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