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Max Russi: “Pandemia trouxe desespero e fome; cabe união de todas as instituições”

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Assembleia Legislativa de MT e Aprosoja articulam campanha solidária. Encontro foi conduzido pelo presidente da Casas de Leis, deputado Max Russi, com o intuito de atender famílias, em situação de vulnerabilidade nos 141 municípios

Da Redação

A Assembleia Legislativa e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) devem lançar uma campanha solidária nos próximos dias, no intuito aliviar os efeitos da pandemia nas comunidades carentes do estado. O presidente do Parlamento estadual, deputado Max Russi (PSB), se reuniu com o presidente da instituição, Fernando Cadore, nesta terça-feira (25), para dar sequência aos encaminhamentos. 

De acordo com Cadore, um dos objetivos da ação social é também mobilizar boa parte dos produtores rurais de Mato Grosso, agregando o segmento na formatação de projetos sociais voltados às famílias em situação de vulnerabilidade, por conta das medidas restritivas de combate ao novo coronavírus. 

Foto: Fablício Rodrigues – ALMT

“Devido à pandemia e muitas famílias necessitadas em todo o estado, surgiu a ideia de fazer uma campanha envolvendo os produtores rurais e a Assembleia Legislativa, a fim de contemplar essas pessoas, que perderam seus empregos, que estão em dificuldade financeira, que estão com problema na própria alimentação. Para que os produtores rurais se mobilizem, como uma maneira de ajudar e atender”, explicou. 

Fernando Cadore disse ainda que na próxima sexta-feira (28), a Aprosoja se reunirá com todas as lideranças rurais do estado, a partir de um dos encontros que acontece todos os semestres, para colocar o tema em pauta. “Ali a gente vai colocar em pauta  e ver como os municípios aderem, qual vai ser a aceitação disso e, tendo anuência, a gente vai estudar de que maneira operacionalizar essa ação, que a gente pretende fazer”, destacou.

Em abril desse ano, o presidente da Assembleia Legislativa sugeriu ao Fórum Agro MT pareceria nos trabalhos de ação social desenvolvidos em Mato Grosso, quando em convênio com a Casa de Leis. 

“O Parlamento está de portas abertas para atender as instituições. As pautas sociais, neste momento, são importantíssimas. Precisamos chegar com essas ações aos 141 municípios de Mato Grosso; a Assembleia tem essa capilaridade. Tenho acompanhando grande parte dos atendimentos às famílias em situação de vulnerabilidade, atingidas pelos reflexos das medidas restritivas impostas pelas autoridades sanitárias, durante a pandemia”, assegurou.

Também participaram do encontro o deputado estadual Doutor Eugênio (PSB), além do vice-presidente da Aprosoja, Lucas Costa Beber, o diretor administrativo, Nathan Belusso e o diretor executivo, Wellington Andrade. 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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