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Max Russi afirma confiar na atual gestão de governo e cita empreendimentos MT afora

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Governo de Mato Grosso conquistou pela primeira vez a nota máxima do Tesouro Nacional quanto à Capacidade de Pagamento (Capag)

Da Redação

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Russi, afirmou que o resultado inédito que deu a Mato Grosso ‘Nota A’ no índice que mede a Capacidade de Pagamento (Capag), junto a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), irá resultar não só no desenvolvimento do Estado, mas principalmente na geração de oportunidades e melhoria da qualidade de vida da população.

Mato Grosso conquistou o resultado pela primeira vez desde que a série histórica teve início e agora, de acordo com a STN, está “elegível”. Ou seja, a União poderá dar garantias em transições de financiamento em favor do Estado.

“Em janeiro de 2019, o senhor [Mauro Mendes] mandou para a Assembleia Legislativa cinco leis e falava da perspectiva de em quatro anos chegar neste momento. Os deputados confiaram na sua gestão e hoje, antes dos quatro anos, a gente consegue ser um dos poucos estados do Brasil com investimentos acontecendo em todas as regiões. A gente sempre conversa muito com os prefeitos e todos os municípios sentem uma alegria e uma confiança muito grande nas ações do Governo do Estado”, destacou Max Russi, durante anúncio feito na tarde da última segunda-feira (24.05).

Christiano Antonucci

O resultado foi obtido seguindo a metodologia que avalia três principais indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez. O primeiro indicador é calculado pela relação entre a dívida consolidada e a receita corrente líquida. O segundo é definido pela relação entre a despesa corrente e a receita corrente ajustada. Já o terceiro é calculado pela relação entre as obrigações financeiras e a disponibilidade de caixa bruta.

O governador Mauro Mendes lembrou que somente Mato Grosso e mais dois estados do País (Espírito Santo e Rondônia) possuem a nota máxima do Tesouro Nacional e acrescentou que a ‘Nota A’ também reforça a credibilidade conquistada pelo Governo perante os fornecedores e investidores.

“Com Nota C, não poderíamos tomar nenhum tipo de empréstimo com aval da União. E aí você paga juros mais caros. O Estado tem reconhecimento da sua boa gestão fiscal, com status de bom pagador, e isso traz melhores negociações. Temos dezenas de exemplos, como o das viaturas da PM, que pagávamos R$ 6,8 mil de aluguel, e agora pagamos R$ 3,6 mil. Pagava-se caro porque era pago com oito meses de atraso. Quem paga mal, compra mal e mais caro. Hoje conseguimos comprar bem e com bons preços, economizando o dinheiro do cidadão, porque os fornecedores sabem que vão receber”, destacou o governador.

Mauro Mendes enfatizou, ainda, que a conquista foi possível através das medidas tomadas no início da gestão, como a reforma administrativa, que reduziu de 24 para 15 o número de secretarias; corte de gastos; renegociação de dívidas; combate à sonegação fiscal; revisão dos incentivos fiscais; reedição do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação); revisão dos critérios de concessão da revisão da RGA (revisão geral anual); a nova Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estadual.

“Isso tudo é fruto de uma decisão acertada num momento que talvez muitos não compreenderam, não entendiam, mas que de forma rápida chegamos aqui, numa situação que sem sombra de dúvidas é muito boa para todo o Estado. Nos próximos anos, tenho certeza, com o apoio da Assembleia, nós seremos o estado que mais vai crescer, se desenvolver e com isso gerar oportunidades, empregos e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Esse é o nosso objetivo”, finalizou o parlamentar.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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